Com todo respeito ao festejado saber/esperteza do senador Júlio Campos, vê-se que a história de Várzea Grande poderá se repetir à moda Antero Barros versus Roberto França. Nem sempre a vontade da cúpula é digerida pelo estômago das ruas, quem viver verá! Julinho Julinho, Vagi Grande num é mas aquela. ANGELO FILHO, advogado, Cuiabá/MT
[email protected] *** Será que Várzea Grande, que nunca foi pra frente justamente por causa da família Campos, vai dar mais esse passo pra trás. E o pior: o único agora que pode salvar o município dessa tragédia é o populismo demagogo e vulgar do Maksuês Leite. Pobre Várzea Grande! RICARDO DA MATTA, engenheiro, Cuiabá/MT
[email protected] *** O currículo do Dr. Júlio Campos na política (municipal, estadual e nacional) o credencia como o melhor candidato para administrar a cidade de Várzea Grande. Com a sua eleição para Prefeito do município quem se beneficiará será o povo. ARLINDO FERREIRA DA SILVA FILHO, advogado, Cuiabá/MT
[email protected] Partido caminha para um racha Participei das reuniões do diretório municipal dos Democratas de Várzea Grande, com os então quatro prováveis candidatos a Prefeito do município, sr. Wallace Guimarães, Wilson da Grafite, Júlio Campos e Arilson Arruda, e ficou acertado e constado em ATA que seriam feitas duas pesquisas pelo Ibope, uma em fevereiro apenas para consumo interno do partido, e avaliação dos quatro pré-candidatos, se algum deles se sentisse inviabilizado a continuar na disputa poderia desistir e apoiar uns aos outros, e caso chegassem a um consenso também não teríamos uma segunda pesquisa no mês de abril. Ocorreu a abertura da pesquisa no Hotel Las Vellas e nela constatou-se que o partido teria dois candidatos viáveis; Wallace e Júlio. Arilson e Wilson anunciaram que desistiam, e o Democratas marcou a realização da nova pesquisa para o mês de abril, caso não houvesse um acordo político entre os dois remanescentes, Júlio e o Wallace, que tinham feito perante o partido um pacto de união após qualquer resultado do IBOPE. Ficou definido que, caso ocorresse empate técnico entre os dois, a decisão pela escolha do candidato ficaria a cargo da Comissão Executiva, com apenas 5 membros. Houve nova pesquisa, ocorreu o empate técnico: 3l pontos para Júlio e 32 para Wallace, na disputa contra o Macksuês Leite do PP, e principal adversário do DEM, e na espontânea o Dr. Júlio recebeu l0 votos e o Dr. Wallace 7 votos, como a margem de erro do IBOPE é de 4 pontos, mais uma vez apareceu o empate técnico, conforme declarou o Dr. Helio Galtadi, diretor do IBOPE que veio a Cuiabá, esclarecer a pesquisa contratada pelo DEM. Então o vereador Ismael Alves, presidente do DEM, decidiu conforme ata assinada em fevereiro passado, convocar para a decisão final não apenas os cinco membros da Comissão Executiva, mais sim os 4l membros do Diretório Municipal, portanto muito mais democrática seria a escolha do candidato. Pelo estatuto do partido a votação seria em aberto, nem tanto para não haver constrangimento à pedido do próprio Dr. Wallace, foi feita a votação secreta, em cédulas próprias, e o resultado foi de 25 votos para o Dr. Júlio e l6 para o Dr. Wallace. E agora esse cidadão que é filiado no DEM, portador de um mandato de deputado estadual, líder da bancada do partido na Assembléia Legislativa, quer criar caso, virar dissidente e apoiar a oposição. Ora bolas, ele teria que ter vergonha na cara, pois há três anos fazendo campanha para ser o candidato a Prefeito, perde democraticamente pelo voto para um cidadão (Júlio Campos) que estava ausente da política há l0 anos, e em apenas 3 meses de atividade política, após aposentar-se do Tribunal de Contas, recebe mais de 30 por cento dos votos da população de Várzea Grande na pesquisa do IBOPE e ganha por 25 a l6 no Diretório do partido, que foi organizado pelo próprio Dr. Wallace, que por sua vez não quer respeitar o jogo democrático partidário. Falando em racha, querendo ir apoiar a oposição, por favor, está na hora de enquadrá-lo nas normas da fidelidade partidária e, se for o caso, até preparar o processo da sua expulsão do partido e cassação do seu mandato na Assembléia Legislativa, pois ele não merece a confiança dos Democratas de Várzea Grande e nem de Mato Grosso. J.TERTULIANO NETO, empresário, Várzea Grande/MT
[email protected] Sensações se explicam? O articulista demonstra possuir uma alma muito sensível e nobre, pois admirar uma obra de arte é, antes de tudo, acreditar e confiar nas emoções e nos sentidos. Porém, desde o renascimento o campo das sensações foi desafiado pelo racionalismo do filósofo francês Descartes, e mesmo quando o seu adversário e antagônico, o inglês David Hume, tentou compensar com o empirismo, o estrago já se encontrava feito. Porque confiar nos sentidos e nas emoções é antes de tudo acreditar no mundo tal qual ele se apresenta para nós, e não acreditar que tudo na verdade está na mente humana, e o exterior é controlado pelo raciocínio interior, moldado pela vida em sociedade e pela cultura em que nos encontramos inseridos. Uma obra de arte só tem valor em sociedades complexas e desiguais como a nossa, que segundo Sir Thomas Morus, em seu tratado da Utopia, permite que um agricultor tenha seu trabalho desvalorizado, enquanto um artista seja considerado o ápice de nosso processo evolutivo, e seja tratado como gênio. Arte é divisão social e geradora de desigualdade social através do otium criativo, esse ócio que as classes trabalhadoras não podem usufruir porque sustentam o ócio das classes mais abastadas e consumidoras da arte dos artistas. Por isso, apesar de achar bonitas as obras dos grandes pintores e escultores, admiro mesmo a capacidade de ilusão que nossa espécie cultiva para mascarar as mazelas da vida e fingir que somos superiores em comparação com os outros seres vivos deste pequeno planeta perdido nos confins de uma galáxia insignificante para um universo infinito e em contínua expansão. FLAVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT
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