NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Terça-feira, 09 de Junho de 2026

ARTIGO
Segunda-feira, 04 de Dezembro de 2006, 20h:23

LEITOR

Henry novamente livrado

“É o fim da picada. O povo de Cáceres deveria envergonhar-se de votar num nefando e nefasto indivíduo como esse. Dá vontade de..., deixa prá lá, isso só acontece no Iraque. O consolo é que acredito na justiça de Deus, dessa ele não escapa.” PEDRO DA SILVA, Cuiabá/MT [email protected] *** “O homem tem dinheiro e é aliado do governo, aconteceu alguma coisa com os aliados do governo Lula? Nada. nós estamos no Brasil.” ENIO CAPISTRANO DA PENHA, autônomo, Cuiabá/MT [email protected] *** “O deputado Pedro Henry sempre esteve na mira da imprensa e já está mais do que na hora da imprensa reconhecer que ele é o maior parlamentar federal de Mato Grosso. Eu voto e votei nele e acho que como qualquer outra pessoa temos que acreditar até que nos provem o contrário. Até então eu tinha minhas dúvidas mas agora, tanto eu, como o resto das pessoas, temos certeza que deputado Pedro Henry não tem nada a ver com a história dos sanguessuga e do mensalão.” JOSÉ ALBERTO DE CARVALHO, médico, Cuiabá/MT [email protected] *** “Basta olhar o patrimônio que está em nome do Gilson de Oliveira e de seus filhos e esposa que a polícia ou a comissão verão que tudo é incompatível com sua renda. Até outro dia atrás ele era o financeiro da Sanemat e o Henry o presidente. Lembram daquela roubalheira na Sanemat e que até hoje não deu em nada? Essa dupla age já faz muito tempo. Entre os ‘Homens da Mala’ do deputado Henry, com certeza o Gilson é o mais atuante. Henry dá mau exemplo para o povo e para seus filhos, rouba, mas guarda para comprar votos como aconteceu em Cáceres, sua base eleitoral. As passagens e dinheiro para compra de votos encontrados com o seu advogado não servem de provas para essa justiça que trata um mensaleiro sanguessuga como inocente.” JULIO PIRES, servidor público, Cuiabá/MT *** “A fase que o deputado Pedro Henry vive não é fácil, quando começou toda essa turbulência alguns de seus assessores mais próximos ameaçaram abandonar o barco sem mesmo pensar que em caso de naufrágio as mulheres e crianças têm prioridade, uma covardia. Mas também teve aqueles que se mostraram conhecedores da índole e do caráter do deputado Pedro Henry e ficaram firmes em suas convicções, a de que o deputado Pedro Henry realmente fosse justiçado com sua inocência. Ora, não havia provas de nada, havia denúncias vazias cuja intenção era a de desgastar a imagem de homem realmente público. O deputado Pedro Henry tem nome para concorrer a qualquer cargo eletivo no país porque é um verdadeiro representante do povo. Agora mais uma verdade veio a tona, o deputado é inocente da acusação de participar da máfia das sanguessugas. ele é o deputado que mais trabalhou para o povo, o que mais trouxe recursos para o nosso estado, e independente de qual o partido dos prefeitos ele ajudou a maioria das prefeituras senão todas. Por isso o povo usou a sua arma, o voto, para também inocentá-lo de todas essas fraudes eleitorais que visam apenas tirar a real e verdadeira representação popular.” DEUSDEL FERREIRA DE SOUSA FILHO, atendente, Cuiabá/MT [email protected] *** “Democracia não funciona em país de ‘bandidos’ como o nosso. Democracia é pra gente civilizada, com ‘pedigree’, como o povo norte americano, canadense e algumas repúblicas européias. Com uma classe política imoral como a nossa, e um Judiciário ‘nefasto’ como este que está aí, só pode dar isto mesmo que estamos vendo: impunidade e mais impunidade. Democracia aqui é sinônimo de baderna, anarquia, desmoralização, roubo, impunidade, miséria, sofrimento, desesperança, mentira, sacanagem, subdesenvolvimento, nada mais. O Congresso Nacional precisa ser fechado de imediato, sem meias medidas, ou meias conversas, não dá mais, ou seja, os poderes constituídos estão desmoralizados, isso quando não fazem parte da bandidagem. Sou à favor do ‘golpe’, confisco dos bens destes bandidos, penitenciária de segurança máxima. Acredito realmente que vai aparecer algum "patriota" com aquilo ‘roxo’, e que vai botar ordem mesmo, é na base da ‘paulada’, conversa não dá mais. Tenho certeza que dentro desses quartéis pelo Brasil, existe gente ‘brasileira’ de verdade disposta a se sacrificar por um Brasil melhor. Chegamos ao fundo do poço. É preciso uma purificação geral.” OTHMAR THOMAZ ILITY, piloto commercial, Cuiabá/MT [email protected] Maggi alerta staff para fim da 1ª gestão “Pois é, Sr. Governador. Nem tudo é exatamente como se pensa e espera. Essa situação deficitária das finanças do Estado está diretamente ligada a onisciência de seus homens de confiança. A confiança em pessoas - assessores públicos e privados - vem a partir do manuseio com dinheiro, ocorre, porém, que só isso não basta. É necessário que essas pessoas tenham, também, além de capacidade, humildade e caráter para reconhecerem suas limitações, pois que não tendo e/ou acontecendo, paga-se um grande preço por isso e, pior, não só em dinheiro inadequadamente aplicado, mas em tudo quanto perde-se em benefícios à população, os verdadeiros mantenedores dessa máquina - inchada - via impostos e tantas outras taxas.” JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT [email protected] Serys está livre da cassação no Senado “Pobres deputados! Chego a ficar com pena de vocês, tão trabalhadores e honestos. Parlamentares sofridos, são ‘obrigados’ a pleitear um cargo público, onde trabalham dia e noite e ganham um salário miserável (com direito a mensalão, propinas diversas, como por exemplo, o caso dos Sanguessugas). Sugiro duas alternativas para vocês: 1) Façam como certas campanhas que pedem contribuições e doações em conta corrente bancária ou; 2) Já que o salário é baixo, entreguem seus mandatos e sumam o mais rápido possível!” GILMAR COSTA PACHECO, contador, São Paulo/SP [email protected]

Edição edição 16957




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL