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POLÍTICA
Sábado, 05 de Dezembro de 2020, 08h:28

EXECUTIVOS MUNICIPAIS

De cada dez prefeitos, um não conclui mandato em MT

Vice e eleições suplementares preencheram os cargos vagos em 10% dos municípios por morte, renúncia ou cassação

EDUARDO GOMES
Da Reportagem
Divulgação
Por improbidade administrativa, Luciane Bezerra (PV) foi cassada da Prefeitura de Juara

Por assassinato, morte, renúncia e cassação, 14 prefeitos mato-grossenses eleitos em 2016 ou foram substituídos pelos vices ou por vencedores de eleições suplementares. Esse número corresponde a 10% dos municípios.

Vando da Colnizatur (PSB), prefeito de Colniza, foi assassinado na tarde da sexta-feira, 15 de dezembro de 2017, em sua cidade.

Esvandir Antonio Mendes, o Vando, tinha 61 anos, era casado e empresário no ramo de transporte de passageiros. Foi executado a tiros. O vice Celso Leite Garcia (PT) assumiu o cargo.

Fábio Mauri Garbugio (PTB), prefeito de Alto Taquari, morreu na manhã do domingo, 26 de julho deste ano, vítima do coronavírus, numa unidade de terapia intensiva de um hospital em Goiânia, para onde foi removido na sexta-feira, 24.

Garbugio tinha 48 anos e sofria de hipertensão. O vice Marco Aurélio Julien (PL) assumiu a prefeitura.

Josair Jeremias (PSB), de Dom Aquino, renunciou para disputar sem sucesso a eleição para deputado federal em 2018. Assumiu o vice Valdécio Luiz da Costa – Zão (PSB). Josair recebeu 18.897 votos ficando numa suplência remota.

Em outubro de 2018, em São José do Xingu, Luiz Carlos Nunes Castelo (PTB) deixou a administração do município alegando problemas pessoais. Assumiu o vice Vanderlei Soares – Nenê da Oficina (PL), do distrito de Santo Antônio do Fontoura.

Em setembro deste ano, Marcos de Sá Fernandes da Silva (PSB), prefeito reeleito em Santa Cruz do Xingu, renunciou para assumir a presidência da Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat). O vice e seu correligionário Maicol Ângelo Soares o substituiu.

Julien e Nenê disputaram sem sucesso a eleição em novembro. Zão se reelegeu. Celso e Maicol não se candidataram.

Por crimes eleitorais foram cassados Angelina Benedita (PSDB), de Planalto da Serra; Joel Ferreira (PSDB), de Bom Jesus do Araguaia; Reynaldo Diniz (PL), de Ribeirão Cascalheira; Lairton Sperandio (DEM), da Alto Taquari; e Edvaldo Alves dos Santos (PSB), de Lambari D’Oeste.

Por improbidade administrativa, Luciane Bezerra (PV), de Juara; Getúlio Viana (PSB), de Primavera do Leste); Elias Mendes Leal (PSD), de Mirassol D’Oeste; e Jonas Canarinho (PSL), em Aripuanã.

Luciane foi substituída pelo vice Carlos Sirena (DEM), que se reelegeu; Elias Leal, por Euclides Paixão (Progressistas), que não disputou a eleição em novembro; Canarinho, por Adir Ferreira (PL), que não concorreu em novembro.

SUPLEMENTARES – No pleito municipal de 2016, em Conquista D’Oeste, as três chapas que concorreram foram impugnadas, mas, sub judice, foram às urnas.

Mantidas as impugnações a Justiça Eleitoral determinou a realização de uma eleição suplementar, vencida por Maria Lúcia de Oliveira Porto (PSB). Maria Lúcia se reelegeu ao cargo em novembro.

Também foram realizadas eleições suplementares em Primavera do Leste, Planalto da Serra, Bom Jesus do Araguaia, Ribeirão Cascalheira e Mirassol D’Oeste.

Em Lambari D’Oeste, também haveria eleição suplementar, que foi marcada para abril deste ano, mas não ocorreu por conta da pandemia e, com isso, o presidente da Câmara, Dandan Medeiros (PL) conclui o mandato do prefeito cassado, Edvaldo Alves dos Santos.

Dandan disputou a prefeitura em novembro deste ano, sendo derrotado.

Nas eleições suplementares, além de Maria Lúcia foram eleitos Rone da Mureré (DEM), em Bom Jesus do Araguaia; Luzia Brandão (SD), em Ribeirão Cascalheira; Dênio Peixoto (PSD), em Planalto; e Léo Bortolin (MDB), em Primavera.

Em novembro deste ano, Dênio e Mureré tentaram se manter em suas prefeituras, mas foram derrotados; Luzia e Bortolin se reelegeram. 


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