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Cuiabá MT, Sexta-feira, 10 de Julho de 2020
POLÍCIA
Quarta-feira, 24 de Junho de 2020, 13h:45

APÓS SUMIÇO

Mulher com problema mental é morta; padrasto é preso

Jucineia de Matos, 42 anos, estava desaparecida e seu corpo foi encontrado no Rio Santana, em Nortelândia

TÉO GOMES
Da Reportagem
PJC
O corpo foi encontrado em uma área alagada e tinha sinais de, pelo menos, sete facadas

O padrasto, um homem de 45 anos, é acusado de cometer seguidos estupros contra uma mulher portadora de doença mental.

A vítima, Jucineia Gonçalves de Matos, de 42 anos, sumiu de repente e foi encontrada morta, nas águas do Rio Santana, na cidade de de Nortelândia (253 km ao Norte de Cuiabá).

Segundo a família contou à Polícia Militar e à Polícia Civil, Jucineia foi vista pela última vez  perto de uma escola, sendo chamada pelo padrasto. O acusado está preso desde que o corpo dela foi encontrado.

Além de responder a processo acusado pela morte de Jucineia, o homem  também pode ser condenado por estupro, com agravante de que a vítima era portadora de uma doença mental, portanto, sem poder de defesa e raciocínio.

Segundo a Polícia Civil, o sumiço de Jucineia foi registrado na última segunda-feira (22), mas ela, segundo a família, estava desaparecida desde domingo (21), por volta de 18h.

A família da muçher, que era conhecida como "Branca", conseguiu imagens das câmeras de segurança do Colégio Olegário Moreira de Barros, que flagram o momento em que o padrasto dela fazia gestos, chamando-a.

As imagens mostram perfeitamente Branca caminhando na frente e o padrasto atrás dela.

Diante das evidências de autoria do desaparecimento e do crime de homicídio, o homem foi preso e autuado em flagrante.

O corpo foi da mulher encontrado preso na vegetação do Rio Santana, que fica nos fundos de uma igreja católica.

O acusado negou a autoria do crime, mas afirmou que saiu com Branca e que, depois, ambos teriam ido para lados diferentes.

Se  for condenado, o acusado pode pegar uma pena de  mais de 50 anos de reclusão em regime fechado, por crimes de homicídio, estupro de vulnerável e ocultação de cadáver.

A Polícia Civil, responsável pelas investigações e pela abertura do inquérito, aguarda o laudo de necropsia do Instituto Médico Legal (IML), para oficializar a causa da morte de Branca, e se ela foi estuprada antes de ter seu corpo jogado no rio. 

 

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