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Cuiabá MT, Sábado, 05 de Dezembro de 2020
POLÍCIA
Segunda-feira, 16 de Novembro de 2020, 10h:14

CRIME E MISTÉRIO

Jornalista é executado com tiros na cabeça no interior de MT

Ediney Menezes, de 44 anos, foi alvejado com cinco tiros. Polícia suspeita que seja crime "encomendado"

TÉO GOMES
Da Reportagem
Arquivo Pessoal
Ediney Menezes, de 44 anos, levou cinco tiros, sendo três na cabeça; ele já havia denunciado ameaças de morte, em Peixoto de Azevedo

Mais um crime brutal praticado por dois pistoleiros. A vítima é o jornalista Ediney Menezes, de 44 anos, executado com ao menos cinco tiros, três deles na cabeça.

A Polícia acredita que o crime foi "encomendado", mas ainda ainda não definiu a linha de investigações.

Menezes estava no carro dele, um HB20, quando foi abordado por dois homens em uma moto.

O que estava na garupa começou a atirar e matou o jornalista na hora.

O crime, segundo a Polícia Militar,  aconteceu por volta das 22h30 de domingo (15), na Avenida Brasil, uma das principais da cidade de Peixoto de Azevedo (691 km ao Norte de Cuiabá).

Os atiradores fugiram e, quando os policiais militares chegaram ao local, já encontraram Menezes morto.

Os bandidos não levaram nada, o que levou a Polícia, pelo menos por enquanto, a descartar crime de latrocínio (roubo seguido de morte).

A morte do jornalista, que era natural da cidade de Altamira (PA), foi gravada por câmeras de segurança instaladas próximas do local do crime.

Segundo testemunhas contaram à Polícia, momentos antes, Menezes comemorou, em sua rede social, a vitória do prefeito da cidade, que concorria à reeleição.

A Polícia também já sabe que, no ano passado, o jornalista registrou um Boletim de Ocorrência (BO), denunciando que era ameaçado de morte por um dos moradores da casa dele.

Menezes contou que temia pela vida, pois o denunciado era usuário de drogas.

Além de repórter, Ediney Menezes também atuou como apresentador na TV Miragem, afiliada da Rede Record em Mato Grosso.

A Polícia Civil fez a liberação do corpo para o Instituto Médico Legal (IML), após a perícia preliminar de agentes da Perícia Oficial do Estado (Politec).


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