Quarta feira, 26 de setembro de 2018 Edição nº 15053 01/09/2018  













Independência

Na quarta-feira, a coluna antecipou: no ambiente interno do PSL, a pressão era para a ex-juíza Selma Arruda dar o “grito” de sua independência. E ontem, ela rompeu com Pedro Taques (PSDB).

Motivos

Selma e Nílson Leitão (PSDB) já não podiam ser convidados para um mesmo palanque. Na rixa com o tucano, a ex-magistrada adicionou a delação do ex-secretário Permínio Pinto (Seduc), que cita Taques.

Xerife na TV

Na sua estreia no horário eleitoral na TV, ontem, Selma Arruda, candidata a uma vaga no Senado pelo PSL, se apresentou como uma espécie de ícone na guerra à corrupção em Mato Grosso.

Quem sou eu

“(...) Eu sou Selma Arruda, a juíza que colocou na cadeia os maiores bandidos que MT já viu. Além de combater a corrupção, eu sou uma pessoa como você. Não vivo de política, valorizo a família...”, disse a ex-magistrada.

Vale-tudo

Em palanques distintos, o senador Wellington Fagundes (PR) e o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) têm em comum, conforme afirmam em material de campanha, um passado, digamos assim, de “sofrimento”.



Aventuras

No horário eleitoral, Wellington, candidato a governador, revela que seu pai, João Antonio Fagundes, “veio a pé” da Bahia para Mato Grosso. No Facebook, Fávaro, candidato a senador, diz que já foi sem-terra.

Ficha suja

Na TV, Pedro Taques (PSDB) pediu ao cidadão que não se deixe levar pela “conversa fácil de políticos oportunistas”, que, mesmo tendo ficha suja, “fazem promessas impossíveis de serem cumpridas”.



Assalto

O tucano também lembrou como encontrou Mato Grosso ao receber o cargo em 2015 das mãos de Silval Barbosa: “arrasado” pelo que chamou de “quadrilha que roubou recursos públicos e deixou altas dívidas”.

Balaio

Mauro Mendes (DEM) inaugurou o horário eleitoral com fortes críticas a Taques. Citou os "oito anos de gestões corruptas e incompetentes", numa referência às gestões do tucano e do antecessor Silval.

Não resistiu

“Afundaram o Estado em dívidas e mancharam Mato Grosso com escândalos de corrupção. Agora, é a hora de virar a página”, afirmou MM, que prometera, antes, se ater às “discussões sobre o Estado”.

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“Cuidar das pessoas"

Dono do maior tempo na TV, Wellington Fagundes apostou em um programa eleitoral, digamos, carregado de emoção. Ao longo de 5 minutos e 25 segundos, o republicano bateu na tecla de que, em um eventual Governo, vai “cuidar das pessoas”. Em 2014, Janete Riva (PSD), mulher de José Riva, usou o mesmo slogan e foi rejeitada, na disputa pelo Paiaguás.

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Mãos ao alto!

Comentário numa roda de jornalistas: “O horário eleitoral na TV deveria ser apresentado pelo José Luiz Datena. O que mais se vê é candidato réu em ações penais e com uma larga folha corrida”.



Nas sombras

Segundo o site RDNews, políticos encrencados com a Justiça, com imagens arranhadas e fora da vida pública, ainda têm certa liderança e poder de articulação, principalmente em período eleitoral.

Democrata

Esses políticos atuariam nos bastidores. Um exemplo é o ex-deputado Humberto Bosaipo, egresso do PFL (hoje DEM), que faria articulações políticas em sua base eleitoral, o Araguaia (Leste do Estado).

Currículos

O site ainda cita o ex-deputado José Riva, que reforçaria o projeto de reeleição da filha, a deputada Janaína (MDB). Riva e Bosaipo são réus em ações penais, acusados de formar quadrilha e lavar dinheiro.

Voz do povo

A soltura de Mauro Savi (DEM), acusado de desviar R$ 30 milhões do Detran, ainda revolta os cidadãos. “Se tivesse furtado uma rapadura, ainda estaria na cana dura”, diz o leitor Tadheu Thompson, em carta ao Diário.

“The Flash”

Candidato da Rede ao Governo, o PRF Arthur Nogueira teve ontem seus 12 segundos de fama: o tempo, na TV, mal deu para ele se apresentar. Moisés Franz (Psol) teve dois segundos a mais para pedir voto.

Estrela

Blairo Maggi (PP) apareceu na TV pedindo votos para o compadre Adilton Sachetti, candidato a senador pelo PRB. O sonho de quase todos os candidatos era ter o ministro da Agricultura como cabo eleitoral.


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