Sexta feira, 18 de outubro de 2019 Edição nº 14978 17/05/2018  













Lei Kandir

A Comissão Especial Mista do Congresso Nacional aprovou, por unanimidade, na última terça-feira, relatório do senador Wellington Fagundes (PR), que propõe mudanças na Lei Kandir e ajuda muito Mato Grosso.



Acréscimo

Mais importante, aumentou o valor da compensação. Com isso, MT – principal produtor de produtos primários destinados à exportação – tem sua compensação elevada dos atuais R$ 400 milhões para R$ 6,052 bilhões.



Neste ano

E tem mais: WF também contemplou proposta do secretário de Fazenda, Rogério Galo, que define que o valor do FEX para MT, em 2018, de R$ 1,950 bilhão, seja pago em 30 dias, a partir da aprovação da lei.



Solução

Agora, resta aprovar a lei no Congresso e sancioná-la na Presidência da República. Se tudo der certo, esta montanha de dinheiro será a salvação da lavoura para a crise do caixa do Governo do Estado.



Halloween

Um leitor da coluna mandou uma sugestão ontem ao jornal: mudar a data da eleição da Casa dos Horrores, vulgo Câmara de Cuiabá, de agosto para o dia 31 de outubro, Dia das Bruxas – o famoso Halloween. Faz sentido...

Unção

Duas dezenas de pastores evangélicos se uniram, ontem, para ungir os trilhos do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), na região do aeroporto, em VG. O objetivo, segundo o Conselho de Pastores, é “destravar” a obra do modal de transporte público.

Ferrugem

Os pastores ungiram com óleo as vigas de um viaduto e os trilhos já implantados (e enferrujados) na região. A obra, de R$ 1 bilhão e que foi planejada para a Copa de 2014, está parada há quase quatro anos.

Nem reza...

Em agosto de 2017, o ex-governador Silval Barbosa admitiu, em depoimento ao MPE, esquema de propina de até R$ 18 milhões nas obras do VLT. Pelo jeito, nem unção, tampouco “reza braba”, vai ressuscitar as tais obras.

Aposta

Ex-prefeito de Cuiabá por dois mandatos, Roberto França apostaria numa aliança DEM-PSDB, em apoio à recandidatura do tucano Pedro Taques. E descartaria a candidatura do democrata Mauro Mendes, segundo o site Olhar Direto.

Sem “moagem”

Para RF, Jaime Campos é pré-candidato ao Senado e não teria interesse algum em disputar o Paiaguás. Segundo o site, o ex-prefeito não veria a hora dessa aliança se confirmar, para que o DEM “pare de moagem”.

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Senado fraco

Seis senadores. É o número de parlamentares que deverão restar, no Salão Azul, não diretamente envolvidos com as eleições em outubro. Dos 81 senadores da Casa, além dos 54 que precisam buscar a reeleição, nada menos que 19 dos 27 que têm mandato até 2023 deverão concorrer: 17 ao Governo de seus estados e dois à Presidência da República. Outros dois vão coordenar campanhas.

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Sol quadrado

Apontado como chefe da quadrilha que desviou R$ 30 milhões do Detran-MT, o deputado Mauro Savi (DEM) deve continuar vendo o sol nascer quadrado por muito tempo. O parlamentar está preso há uma semana.



Corporativismo

Ontem, o desembargador Juvenal Pereira negou mandado de segurança e proibiu a Assembleia de votar a soltura de Savi. No Legislativo, o corporativismo é tamanho, que a libertação do deputado poderia ser aprovada por unanimidade.



Tropa

Além de Savi, oito deputados são investigados no mesmo esquema. São eles: Eduardo Botelho (DEM), Baiano Filho (PSDB), Wilson Santos (PSDB), Nininho (PSD), Romoaldo Jr. (MDB), Domingos Fraga (PSD), Guilherme Maluf (PSDB) e Silvano Amaral (MDB).



O “maior”

Em artigo nas redes sociais, o deputado Fábio Garcia avalia que, com adesão de ex-integrantes do PSB, o DEM se tornou o “maior partido político de Mato Grosso”. O que, segundo ele, avaliza o lançamento de nome próprio ao Governo.



Padrão Fifa

No “Bom Dia, Brasil”, ontem, a TV Globo mostrou que o Governo de MT criou uma escola para aproveitar a estrutura da Arena Pantanal. As precárias condições não ajudam muito. “É o padrão Fifa”, ironizou o apresentador Chico Pinheiro.



Cooperação

Um acordo de cooperação técnica entre o Tribunal de Contas da União (TCU) e outros nove Tribunais de Contas - entre eles, o de Mato Grosso - vai permitir a realização de auditoria em Unidades de Conservação (UC) Brasileiras.



Patrimônio

Mato Grosso tem 105 unidades e o presidente do TCE-MT, Domingos Neto, diz que o acordo vai permitir avaliar melhor os riscos, fragilidades e oportunidades de melhoria na gestão desse patrimônio público ambiental.


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