Quinta feira, 09 de setembro de 2010 Edição nº 11863 12/07/2007  












Circunstância

Mais próximo do grupo político do senador Jayme Campos (DEM) do que do governador Blairo Maggi (PR), o presidente da Assembléia Legislativa, Sérgio Ricardo, que chegou ao cargo por uma articulação de JC, vive um verdadeiro dilema.

Desconfiança

Apesar das boas aparências na relação entre Maggi e Sérgio, há nos bastidores uma série de questionamentos sobre a candidatura de SR à prefeitura de Cuiabá novamente no próximo ano.

Não desiste nunca

Há certa desconfiança da parte de SR por conta da situação vivida na eleição passada. Em nenhum momento o presidente da Casa de Leis não se deixa abater e continua firme e forte no seu propósito de disputar o pleito.

Permanência

O governador Blairo Maggi negou ontem que o presidente da MT Gás, vereador licenciado por Cuiabá Helny de Paula, vá deixar a presidência da estatal nos próximos dias, como deseja o próprio Helny.

Distorções

O vereador licenciado quer retornar para a Câmara. Mas pelas declarações do governador, ele ainda não fez oficialmente o comunicado para retornar ao Parlamento, onde pretende colocar em prática seu projeto de reeleição.

Bons tempos

Como nos velhos tempos, o governador Blairo Maggi e o senador Jayme Campos estavam num clima de perfeita harmonia, ontem, antes de embarcar para Brasília. Os dois foram no mesmo vôo. Tiveram a oportunidade, de durante duas horas e meia, abordar os mais diferentes assuntos e, quem sabe?, aparar qualquer aresta. Assim, os dois puderam conversar longe dos holofotes da imprensa e de outros políticos.

Propósitos

De fato, só quando agosto chegar é que serão conhecidos os verdadeiros propósitos da CPI da Sema, criada pela Assembléia Legislativa na terça-feira com o respaldo de pelo menos 50% da bancada governista, inserida a oposição.

Primeiro, o recesso

No momento, as discussões sobre a LDO 2008 têm centralizado as atenções na AL. Muitos acreditam que as ações efetivas sobre tal CPI só ocorram mesmo no reinício dos trabalhos do Parlamento, em agosto, lógico, depois do recesso.

Dúvidas

Apesar de compor com a CPI, o deputado Mauro Savi (PR), líder do governo, apontou que o direcionamento da comissão deve ser técnico e não político. Em que pese a série de declarações, até o próprio tem dúvidas.

Conjuntura local

A aproximação do PPS com o PSDB em Mato Grosso tem gerado muitos questionamentos que certamente servirão de base aos discursos dos dirigentes de legendas adversárias.

Cenário

Depois de tantas críticas aos tucanos, eis que o deputado Percival Muniz (PPS) admite que o PSDB pode ser aliado. É bom deixar claro que em nível nacional os dois partidos andam juntos desde o ano passado.

Ex-aliados

Já em Mato Grosso, a coisa tem um odor estranho, já que durante pelo menos cinco anos as duas legendas estavam em campos opostos. Os líderes do PPS não se bicavam de jeito nenhum com os tucanos.

Histórico

Mas agora as coisas mudaram mesmo. É válido ressaltar ainda que a reaproximação promete não ser tão traumática. É bom relembrar que nos áureos tempos da gestão da Dante de Oliveira o PPS integrava o governo.

Relembrando

A malfadada crise entre o PPS e o PSDB se deu após o então prefeito Roberto França ingressar no PPS, depois que foi preterido por um grupo de tucanos - diga-se de passagem dos mais bicudos - para a disputar o governo de Mato Grosso, que acabou não acontecendo.

Relembrando 2

Neste caso, os mais emplumados, para quem não se lembra, preferiram a candidatura do então senador Antero Paes de Barros. A adesão de França à sigla motivou a saída do PPS da base do governo Dante.

Mais filas

Depois dos constantes apagões aéreos, o aeroporto Marechal Rondon, em VG, voltou a registrar filas. Agora, por conta dos jogos Pan-americanos, que acontecerão a partir de sexta-feira no Rio de Janeiro.

Pan

Pelo menos na tarde de ontem foi formada fila no acesso à sala de embarque, onde se passou a exigir documento pessoal. A informação foi de que a nova normatização atendia recomendação para a segurança dos jogos do Pan.

Defesa 2

O advogado João Gomes dos Santos voltou a se incumbir da defesa de Sílvia Shirata, conseguindo a proeza de derrubar a preventiva que pesava sobre ela quanto à posse de armas.


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