Sexta feira, 24 de março de 2017 Edição nº 14700 24/03/2017  












Abacaxi

O governador Pedro Taques, que já tem um monte de abacaxi para descascar, agora ganhou no colo mais um. Desta vez, o abacaxi foi despachado direto do Palácio do Planalto.



Pretexto

Sob o pretexto de respeitar a autonomia dos Estados e fortalecer o princípio federativo, o presidente Michel Temer decidiu retirar servidores estaduais e municipais da reforma da Previdência.



Surpresa

Foi um recuo surpreendente e desconcertante, já que um dos pontos basilares da proposta era a equidade de tratamento dos trabalhadores públicos e privados.



Pressão

Com a decisão de deixar de fora os servidores dos Estados e municípios, o governo procura se livrar da pressão das corporações que levaram milhares de pessoas às ruas na manifestação do último dia 15, assustando parlamentares.



Transferência

Mas está transferindo aos governadores e prefeitos o desgaste de mexer nas aposentadorias dos servidores, o que será particularmente doloroso para as unidades federativas que enfrentam dificuldades financeiras.



Contrariedades

O movimento também pode ser interpretado como um esforço do Planalto para superar contrariedades nas duas casas legislativas. Lideranças do governo vinham alertando o presidente de que a reforma sofreria uma derrota no Congresso.



Risco

Deputados governistas não estão dispostos a correr o risco de não se elegerem no ano que vem, caso continuassem sendo execrados por professores, policiais civis e outras categorias do serviço público atingidas pelas alterações.



Impasse 1

A flexibilização, porém, cria impasses difíceis de serem superados. Um deles é a desigualdade entre o funcionalismo estadual, que continuará com regime próprio de aposentadoria e com menos tempo de serviço.



Impasse 2

Outro é o desamparo dos governadores, que não terão força política para promover mudanças, já que as assembleias estaduais estarão muito mais vulneráveis às pressões do que estavam a Câmara e o Senado.

Comissionados

Com 1.150 servidores e apenas 441 concursados a prefeitura de Colniza terá que criar um plano de cargos, carreiras e salários e realizar concurso para preenchimento dos cargos, cumprindo determinação judicial.



...........

Luta

Desde que foi aprovada na Assembleia Legislativa a PEC, que pode dar condições para destravar a indicação de conselheiros para o Tribunal de Contas de Mato Grosso, teve início uma luta fraticida pela vaga entre os membros do parlamento estadual. Nesta luta, vale tudo. Até golpes abaixo da linha da cintura. No meio do caminho estão deixando feridos que em nada ajudam a melhorar a imagem da AL e do TCE.



Licença

Nos corredores do Palácio Alencastro a informação que circula é que há coisas que até Deus duvida para explicar os reais motivos da licença da secretária de educação Mabel Strobel. Por lá, ninguém acredita que ela volta.



Cultura

O pessoal ligado a cultura em Cuiabá também está torcendo para o secretário municipal de Cultura, Renato Anselmo, também peça uma licença de 10 dias e que ela se torne eterna. Pode?



Procon

A substituição no Procon estadual também não está sendo muito bem digerida pelas pessoas que entendem da área do direito do consumidor. O ex-vereador Onofre Junior assumiu o lugar que era de Gisela Simona Vieira de Souza.



Delação

Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, a delação do ex-governador Silval Barbosa caminha a passos largos para sua homologação. Silval, segundo Jardim, está disposto a devolver R$ 70 milhões.



Terceirização 1

Dos oito deputados federais de Mato Grosso, seis votaram favorável ao projeto de lei que permite o uso da terceirização em todas as áreas (atividade-fim e atividade-meio) das empresas.





Terceirização 2

O único a votar contra foi o petista Ságuas Moraes. O oitavo parlamentar, Fábio Garcia (PSB), estava ausente, contudo, já havia defendido a proposta.



Terceirização 3

Assim, foram a favor Adilton Sachetti (PSB), Carlos Bezerra (PMDB), Ezequiel Fonseca (PP), Nilson Leitão (PSDB), Victório Galli (PSC) e Valtenir Pereira (PMDB).


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