Quarta feira, 17 de outubro de 2018 Edição nº 15083 17/10/2018  












Certeza

Oficialmente, o governador eleito Mauro Mendes (DEM) sinalizou para um único nome para compor o staff: Virgínia Mendes para comandar a área social. A futura primeira-dama, ao que consta, ainda não respondeu.

Bolsa

Ontem, o site RDNews deu como “praticamente definidos” três nomes para o staff de Mauro: o senador Cidinho Santos (PP), o vice-governador eleito Otaviano Pivetta (PDT) e o advogado Pascoal Santullo.

Estratégicos

Cidinho seria o nome mais cotado para chefiar a Casa Civil, pela habilidade política; Pivetta ocuparia a poderosa Educação, que pode absorver a Cultura; e Santullo, a pasta mais importante, a de Fazenda.

#elesim

Em Brasília, ontem, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), anunciou oficialmente apoio à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), no 2º turno. BM, que é senador, acompanha a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).



Sem fusão

O ministro, porém, deixou claro que é contra a idéia de Bolsonaro em fundir o Meio Ambiente com a Agricultura. Para BM, a pauta dos dois ministérios é muito extensa e difícil de ser conduzida por um único ministro.



Indicação

Presidente da FPA, a deputada Tereza Cristina (DEM-MS) disse ao Estadão que a entidade indicará um nome para o Ministério da Agricultura. “Serão uns três nomes, mas ainda estamos estudando”, disse.

Piada pronta

O (ainda) deputado federal Ezequiel Fonseca apontou a imprensa como a maior culpada pela sua derrota nas urnas, no dia 7 passado. O dono do PP amargou um 16º lugar. Ainda conseguiu 32.410 votos.

Paletó

O “erro” da imprensa, segundo Fonseca, foi divulgar informações sobre a delação monstruosa de Silval Barbosa. O deputado foi gravado enchendo uma caixa de papelão com dinheiro de propina paga por SB.

Folha corrida

Vale lembrar que Fonseca é réu em duas ações: uma sobre esquema de “notas frias” e outra, de fraudes em licitação envolvendo gráficas. Os casos são da época em que ele era deputado estadual (2011-2014).

Rumo a 2020

Um exercício de futurologia começa a ser feito no meio político. Mauro Mendes chama Fábio Garcia para a Infraestrutura, prioriza a obra do VLT e infla o nome do afilhado político para disputar a Prefeitura de Cuiabá.

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Quando o crime compensa

“Silval Barbosa é o exemplo claro de que o crime compensa. Dinheiro não devolvido, prisão domiciliar graças à delação premiada - o mapa da mina dos corruptos”. Do advogado Auremácio Carvalho, em carta ao Diário. A propósito, Silval anda tão “livre, leve e solto”, que até ensaiou passos de cabo eleitoral, na campanha para o Governo, recentemente.

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No Facebook

Preso sob a acusação de torturar preso, o delegado Edison Pick, de Colniza (Noroeste de MT), usa o Facebook para condenar a audiência de custódia (direito que o acusado, preso em flagrante, tem de ser ouvido por um juiz).

Ditadura?

Na rede social, o “tira”, que se revela fã de Jair Bolsonaro, compartilha post do cantor Zezé di Camargo, que afirma que nunca houve ditadura no Brasil e que “o que houve foi repressão contra vagabundo”.

Devagar?

Ex-presidente do Tribunal de Contas, José Novelli insiste em dizer que, desde que ele e quatro colegas foram afastados pelo STF, acusados de corrupção, a instituição está, digamos, devagar, quase parando.

Comparação

Novelli jura que a produtividade do TCE caiu desde que ele e os colegas foram afastados. Por isso, pediu ao STF para voltar. Na prática, ele insinua que os atuais conselheiros são incompetentes.

Só pra lembrar...

Novelli, Antonio Joaquim, Sérgio Ricardo, Valter Albano e Valdir Teis foram acusados de exigir de Silval Barbosa R$ 53 milhões em propina, para “não atrapalhar” as obras da Copa do Mundo de 2014.

Sinais

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) já emitiu sinais de que pretende ter, doravante, uma boa convivência com o governador eleito Mauro Mendes. Os dois são adversários políticos, desde a eleição de 2016.

Prioridades

Pinheiro apoiou Wellington Fagundes (PR), mas acredita no diálogo com MM. O prefeito citou duas prioridades iniciais: a Saúde Pública e a conclusão do VLT, que deveria ter ocorrido em abril de 2014.


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