NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Quinta-feira, 06 de Agosto de 2020
ILUSTRADO
Terça-feira, 13 de Março de 2018, 08h:55

Brasil fica de fora da festa latina do Oscar

A noite do Oscar, neste domingo (4), fez acenos bem claros à cultura latina, premiando Chile e México. Mas o Brasil ficou de fora da festa e perdeu nas duas chances que tinha. Embora tenha sido premiado em roteiro adaptado, "Me Chame pelo Seu Nome", coproduzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, perdeu a estatueta mais importante da noite: a de melhor filme. E o carioca Carlos Saldanha, que dirigiu a animação americana "O Touro Ferdinando", foi superado por "Viva" em sua categoria. A vitória de "Viva", aliás, foi um dos acenos à cultura mexicana. Ainda que seja uma produção americana, da gigante Pixar, o filme é ambientado no México, durante o Dia dos Mortos, e tem Gael García Bernal no elenco de dubladores. Além de ganhar como melhor animação, levou também o Oscar de melhor canção. Também vem do México o grande vencedor da noite: Guillermo del Toro. O cineasta nascido em Guadalajara faturou os prêmios de direção e de melhor filme por "A Forma da Água", uma produção americana. A obra também levou estatuetas em direção de arte e trilha sonora. Já o Chile ganhou o prêmio de melhor filme estrangeiro graças a "Uma Mulher Fantástica", de Sebastián Lelio, história sobre uma cantora transexual (Daniela Vega) que tem de lutar contra os herdeiros de seu namorado após a morte dele. Foi o primeiro Oscar do Chile nessa categoria. O Brasil nunca levou prêmio na categoria de melhor filme estrangeiro

Comentários







Preencha o formulário e seja o primeiro a comentar esta notícia

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site. Clique aqui para denunciar um comentário.




ENQUETE
Como você vê as acusações entre Mauro Mendes e Emanuel Pinheiro sobre o caos na pandemia?
O governador é o culpado
O prefeito da Capital também tem culpa
Essa briga prejudica as ações de combate à Covid-19
É uma disputa político-eleitoral
PARCIAL