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ECONOMIA
Segunda-feira, 09 de Julho de 2018, 17h:53

MILHO SAFRINHA

Boas lavouras de MT evitam quebra maior no Centro-Sul

Uma nova revisão finalizada pela AgRural, na semana passada, resultou em um pequeno incremento na estimativa de produção de milho na segunda safra 2018. Projetada em 53,3 milhões de toneladas no fim de maio, a produção do Centro-Sul do Brasil é calculada agora em 53,6 milhões de toneladas. O aumento de 263 mil toneladas em relação à estimativa passada deve-se a incrementos na produção estimada para Mato Grosso e Goiás, que mais do que compensam os novos cortes feitos nos demais estados do Centro-Sul. Mesmo assim, a queda em relação à safra passada, quando o Centro-Sul produziu 63,5 milhões de toneladas, ainda é de significativos 15,6%. Esse recuo é resultado de uma redução de 5,2% na área plantada (para 10,3 milhões de hectares) e de uma diminuição de 10,9% na produtividade (para 86,3 sacas por hectare). O menor rendimento das lavouras foi causado pela falta de chuvas regulares a partir de abril em algumas áreas, localizadas principalmente em Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. Combinando o número da AgRural para o Centro-Sul à estimativa da Conab para o Norte/Nordeste, a produção brasileira de milho safrinha é estimada agora em 57,1 milhões de toneladas, ante 57 milhões na projeção anterior e 67,4 milhões de toneladas em 2017. A produção total de milho 2017/18 (primeira e segunda safra somadas) é calculada agora em 83,8 milhões de toneladas, ante 97,8 milhões no ciclo 2016/17. COLHEITA - Puxada por Mato Grosso, a colheita da safrinha 2018 de milho chegou na quinta-feira (05) a 16% da área cultivada no Centro-Sul do Brasil. O número representa avanço de seis pontos sobre os 10% da semana passada, mas é inferior aos 24% de um ano atrás e aos 20% da média de cinco anos. O atraso no plantio e a umidade ainda elevada do milho em parte das áreas prontas explicam o atraso da colheita. Além disso, muitos produtores estão sem pressa de colher, já que o mercado está lento. Mato Grosso lidera, com 33%, seguido de longe por Goiás (6%), Mato Grosso do Sul (4%) São Paulo e Minas Gerais (2% cada) e Paraná (1%). (MP)

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