Quarta feira, 19 de fevereiro de 2020 Edição nº 10090 09/10/2001  










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Cineastas comemoram viabilização do pólo audiovisual

Da Reportagem

O grupo de cineastas mato-grossenses que discute a viabilização do pólo de cinema em MT começa a comemorar os primeiros passos garantidos para transformar o Estado em um dos maiores centros de produção da sétima arte.

Através da Secretaria Estadual de Cultura será criado o Grupo Executivo de Trabalho (GET), para iniciar as discussões do que é preciso conseguir para a implantação do pólo. O grupo será designado oficialmente por decreto governamental para implantar a política audiovisual em Mato Grosso.

Inicialmente o grupo poderá ser formado por Lailton Campos, Sérgio Brito, Tati Mendes, Marcio Moreira, Kátia Meireles e Luiz Borges.

O GET será encarregado de fazer um diagnóstico sobre o setor e para elaborar um projeto-matriz que trate de todas as necessidades do pólo. “Este ano será muito bom em termos de produção cinematográfica em Mato Grosso”, concordam os cineastas, se referindo ao período que vai até 2002.

Segundo o secretário de Cultura do estado, Jurandir Francisco, o governo estadual irá apoiar diretamente a criação do pólo. Para o Get serão disponibilizados três servidores, um da Secretaria de Indústria, outro da Fazenda e um de Cultura, eles irão estudar com os representantes do audiovisual quais os caminhos para efetiva criação de uma indústria de cinema no estado.

Questionado sobre liberação de verbas públicas para o pólo o secretário preferiu não se pronunciar em números, mas defendeu: “Não adianta pensar que teremos milhões por que estamos em um ajuste fiscal daqueles”.

O Pólo Audiovisual terá caráter catalizador e fomentador, com reforço da Lei de Incentivo à Cultura Hermes de Abreu. Ele será responsável pela produção divulgação e distribuição, além de coordenar um Fundo de Fomento à indústria do audiovisual.

“Defendemos e temos convicção disso pelas inúmeras experiências implementadas no estado. O pólo tem que ser visto como uma indústria, um setor que precisa ser desenvolvido em Mato Grosso”, explicou Brito.(PC)



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