Segunda feira, 24 de fevereiro de 2020 Edição nº 15392 22/01/2020  










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Cabos eleitorais

No âmbito da Assembleia Legislativa, o presidente Eduardo Botelho (DEM) e a 1ª vice-presidente Janaína Riva (MDB) são os principais incentivadores da candidatura de Max Russi (PSB) na eleição suplementar para o Senado, em abril.



Desejos

Russi seria o “nome” da AL na polêmica disputa. Haveria, no entanto, algo mais do que a busca pelo “consenso” nesse processo. Segundo uma fonte da coluna, Botelho e Janaína têm em comum um desejo: querem o pessebista longe do Legislativo.



Revezamento

Como 1º secretário, Russi divide poderes com Botelho e Janaína no comando da AL. Uma eventual eleição do pessebista ao Senado oportunizaria a Botelho e Janaína a chance de fazer um “revezamento” no comando do Poder. Simples, né?



Tô fora!

Cidinho Santos (PR) jura que é para valer: não quer saber de disputar a eleição suplementar ao Senado. Alega compromissos empresariais (ele é dono de uma avícola) e a pressão da família. Ele chegou a ser cotado para suplente de Otaviano Pivetta (PDT).



Negócios

No mês passado, a coluna antecipou que Cidinho assinou um termo de compliance com BRF (Brasil Foods), fusão entre a Sadia e Perdigão, que o impediria de se afastar dos negócios. O ex-senador só alega que “há impeditivos empresariais”.



Irritação

Blairo Maggi (PP) não está nada contente com os rumos de disputa pela vaga de Selma no agronegócio. A flagrante desunião entre os pretensos candidatos ligados ao setor até irritaria o ex-ministro. Não será novidade se BM se afastar até da campanha.



No ninho

Nos bastidores, há tempos, Pedro Taques se mobiliza em consultas sobre a viabilidade de entrar na briga pela vaga de Selma Arruda. A cúpula do PSDB, no entanto, fechou com o ex-deputado Nilson Leitão. Resumo da ópera: o ex-governador está descartado.



Vinho

Taques negou que tenha conversado com Emanuel Pinheiro (MDB) sobre possível candidatura. “Liguei para ele [EP] porque ele está me devendo uma garrafa de vinho, nós combinamos de tomar”, disse. Ele acha que ainda incomoda adversários.



O alvo

No ambiente político, há quem aposte que a candidatura de Otaviano Pivetta ao Senado não seja para valer. O vice-governador teria se lançado na disputa pela vaga de Selma só para barrar a candidatura de Carlos Fávaro (PSD). Pelo jeito, conseguiu.



Dilema

Wilson Santos (PSDB) tem estado insone: o deputado vive o dilema de aceitar ou não convite para aderir à base de Mauro Mendes (DEM) na AL. Só para lembrar: WS e MM nunca se bicaram. O governador já disse que o deputado é o “tipo de político que dá nojo”.



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Emanuel e o “Nilo Póvoas

Em artigo na mídia, Emanuel Pinheiro lamenta o fechamento da Escola Estadual Nilo Póvoas, tradicional unidade de ensino fundamental e médio, perto do Morro da Luz. O prefeito propôs uma parceria com o Governo: a Seduc cede o espaço à Prefeitura para a oferta de vagas na educação infantil. Segundo EP, a Capital tem, hoje, um déficit em torno de cinco mil vagas. E o “Nilo Póvoas”, segundo ele, viria a calhar.

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Apelo

“(...) Tenho uma expectativa muito positiva de que vamos ter o apoio da Educação, do vice-governador Otaviano Pivetta e do governador Mauro Mendes. É é uma decisão a favor de Cuiabá, a favor da educação pública e das nossas crianças”, diz EP no artigo.



Tá fora

Presidente do TRE-MT, Gilberto Giraldelli alerta que só partidos registrados seis meses antes podem disputar a eleição suplementar ao Senado. Resumo da ópera: o Aliança para o Brasil, de Jair Bolsonaro, está fora. A eleição em MT será em abril.

Palanque

Recentemente, Bolsonaro defendeu que seu partido dispute a vaga de Selma Arruda. Em MT, os aliados de JB que podem disputar a eleição são os deputados Nelson Barbudo (PSL) e José Medeiros (Podemos) e o ex-deputado Victório Galli (Patriotas).



“Sacanagem”

Vereador licenciado, o secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo (PSB) saiu em defesa de Abílio Jr. (PSC). O vereador, oposição ferrenha ao prefeito Emanuel, corre o risco de ser cassado. Para o secretário, se ocorrer, a cassação será “uma sacanagem".



Bola murcha

Depois do banco Sicredi, a loja de eletromóveis Martinello deixou de patrocinar o Operário-VG, após a contratação do goleiro Bruno, condenado por feminicídio. Pelo andar do jogo, o risco é de o clube perder até o apoio da torcida.



Nem tanto

A empresária Margareth Buzetti (PP), do núcleo próximo a Blairo Maggi, disse ao site RDNews que não é certo que pretenda disputar o Senado. Acha que não vale a pena se expor num jogo em que, segundo ela, se sobressai o “uso da máquina”.



Espeto

Assim sendo, o churrasco do fim de semana, patrocinado por BM, em Camboriú (SC), quando nada, foi apenas um encontro de “amigos cordiais”. Na ocasião, houve uma manifestação de apoio a Buzetti. Ficaria o dito pelo não dito...





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