Segunda feira, 24 de fevereiro de 2020 Edição nº 15389 17/01/2020  










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Aliados de Mauro já tem 7 candidatos ao Senado

Governador Mauro Mendes terá dificuldade em ter um candidato que una todos os partidos que o apoia

ARQUIVO
KAMILA ARRUDA
Da Reportagem

A disputa pela vaga aberta no Senado após a cassação de Selma Arruda (PODE) já soma sete possíveis candidatos entre os partidos que apoiam o governo Mauro Mendes: Carlos Fávaro (PSD), Otaviano Pivetta (PDT), Júlio Campos (DEM), Neri Geller (PP), Max Russi (PSD), Gisela Simona (PROS) e, agora, Carlos Bezerra (PMDB).

Carlos Fávaro, que foi o terceiro colocado na disputa pelo Senado na eleição de 2018, ainda tenta, na Justiça, ser o indicado a vaga de Selma Arruda. Porém, também articula ser o candidato do grupo ligado ao governador Mauro Mendes. Atualmente, Fávaro é chefe do Escritório de Representação de Mato Grosso (Ermat) em Brasília.

O vice-governador Otaviano Pivetta confirmou esta semana que está no páreo pela vaga de Selma: “Estou determinado a construir minha candidatura. Obviamente estou aguardando os fatos, como a data da eleição, as definições que ainda não existem, para depois me pronunciar definitivamente sobre a minha real posição”, disse em entrevista ao programa Resumo do Dia.

O ex-governador Julio Campos também já colocou o seu nome à disposição para disputar a vaga. Julio, além do apoio do irmão e senador Jayme Campos, conta com a força do DEM - mesmo partido do governador Mauro Mendes – para tentar retornar ao Senado.

O deputado federal Neri Geller também sonha em ser candidato. Como trunfo espera o apoio do ex-ministro Blairo Maggi, principal nome da sigla em Mato Grosso e amigo pessoal do governador Mauro Mendes.

O deputado estadual Maxi Russi tenta articular o seu o nome como o possível candidato com o apoio de seus colegas da Assembleia Legislativa. O presidente da Assembleia, Eduardo Botelho (DEM) apoia o pleito de Russi.

A Secretária adjunta de Proteção e Defesa do Consumidor do PROCON/MT Gisela Simona, após a sua votação recorde em Cuiabá na eleição de 2018 à Câmara Federal, também desponta como candidata ao Senado entre os partidos que apoiam o governo Mauro Mendes.

Deputado federal e ‘dono’ do MDB em Mato Grosso, Carlos Bezerra (MDB) também se colocou na disputa pela vaga aberta no Senado após a cassação de Selma Arruda. Bezerra diz ter lançado uma pesquisa interna, na modalidade qualitativa, com o seu nome e de outros membros da legenda para avaliação.

"Lançamos uma pesquisa e vamos aguardar o resultado. Se ela indicar a nossa viabilidade, estou pronto para disputar o senado", disse o parlamentar.

DISTANTE - Diante da quantidade de pré-candidatos, Bezerra defende que o governador Mauro Mendes fique de fora das articulações.

"Espero que o governador fique neutro, não participe diretamente das articulações. Com tantos nomes da base do seu governo, o melhor é evitar se indispor com as lideranças", sugeriu o emedebista que já foi governador de Mato Grosso.

Ontem, o presidente do DEM em Cuiabá, Alberto Machado defendeu que o governador Mauro Mendes (DEM) não anuncie apoio a candidatos à eleição suplementar ao Senado.

“Na minha opinião, o governador tem que focar na gestão do Estado, e não tem que se envolver com essa eleição. Esse é um pensamento meu. Nós ainda não debatemos sobre isso. Acho que muitos parceiros diretos do governador estão se colocando a disposição”, disse Machado, explicando que diversos nomes que compõem o arco de alianças do Governo e auxiliaram na eleição de 2018 já anunciaram o desejo de pleitear a vaga.

DATA - No final do mês o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) deve anunciar a data da eleição suplementar em Mato Grosso. A previsão é que seja no dia 26 de abril.

A equipe técnica do TRE emitiu uma minuta sugerindo o dia 26 de abril para realização do pleito. A data, entretanto, deve ser aprovada pelo pleno em sessão que deve ocorrer em 22 de janeiro, que é quando o Tribunal retoma as suas atividades após o recesso.

Eles levaram em consideração as datas definidas pelo Tribunal Superior Eleitoral para eleições suplementares em todo Brasil. Neste ano, o TSE “reservou” as seguintes datas para eleições suplementares no 1º semestre: 2 de fevereiro, 8 de março, 26 de abril, 10 de maio e 21 junho.

Isto porque, após 21 de junho, os tribunais eleitorais estarão focados nas eleições municipais de outubro. Diante disso, a sugestão da equipe técnica leva em consideração todos os tramites que antecedem a eleição, tais como convenção, registro de candidatura impugnação, campanha, etc.



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