Quinta feira, 21 de novembro de 2019 Edição nº 15326 12/10/2019  










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Campanha

O deputado federal Nelson Barbudo (PSL) se uniu ao prefeito de Aripuanã (Noroeste de MT), Jonas Silva (PR), contra a operação da PF que retirou mais de duas mil pessoas que praticavam o garimpo ilegal, numa área próxima à zona urbana.

Palanque

Barbudo e Silva prometeram aos garimpeiros que vão levar o caso a Jair Bolsonaro. O presidente, como tem dito em discursos, defende a mineração, inclusive, em área indígena. A dupla, quando nada, quer faturar eleitoralmente com o episódio.

Lavagem

A PF, que contou com apoio do Bope e da Polícia Civil para extinguir o garimpo ilegal, investiga a denúncia de que a comercialização de ouro em Aripuanã ocorria por meio de um esquema de lavagem de dinheiro.

Forçando

Nesta semana, O Globo citou Barbudo como uma opção do PSL para disputar a Prefeitura de Cuiabá, em 2020. O que muita gente esquece é que o deputado tem base eleitoral no Sul de MT e só conhece a Capital, digamos, “de vista”.

Status & Rejeição

Niuan Ribeiro, de repente, virou uma espécie de “patinho feio” dentro do Podemos. Parte considerável do partido ameaça abandonar a legenda, caso o vice-prefeito mantenha o status de pré-candidato ao Palácio Alencastro.

Porta-voz

Nesta semana, Niuan foi alvo de críticas por parte do secretário de Planejamento, Zito Adrien. Segundo ele, até agora, o vice-prefeito “não mostrou trabalho”. Adrien é um dos homens de confiança do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).

“Eu voltei”

Nas redes sociais, o conselheiro Antonio Joaquim, do Tribunal de Contas, informa que decidiu criar um Instagram e reativar sua página no Facebook. O propósito, disse, é “estimular o exercício da cidadania e do controle social”.

Cruzada

AJ diz que vai compartilhar a experiência de 19 anos de TCE, numa “cruzada social”. Ele está afastado do cargo, por decisão do STF, após ser acusado por Silval Barbosa de pedir propina de R$ 53 milhões, com outros quatro conselheiros.

Tensão

Presidente da CPI que investiga supostos esquemas na concessão de incentivo fiscal em MT, Wilson Santos insiste na convocação de Silval. Os deputados Janaína Riva (MDB), Nininho Bortolini (PSD) e Carlos Avalone (PSDB) são contra. Por quê?

Controle

Dizem que SB pode revelar coisas que os deputados não gostariam de ouvir. Hoje, Janaína chefia a sub-relatoria do setor dos frigoríficos, Nininho comanda a investigação do segmento da mineração e Avallone, o de combustíveis.

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A vitória de Raoni

Por seu esforço em “alcançar a paz e a cooperação internacional”, o primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed, ganhou o Nobel da Paz 2019. Raoni Metkutire não ganhou, mas, para analistas, o cacique caiapó é vitorioso pela sua persistente luta em defesa da Amazônia. De quebra, ganhou mais luzes no cenário mundial e bateu de frente com Jair Bolsonaro, cuja política ambiental é considerada “um desastre”.

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Luta continua

Em um vídeo, ontem, o líder da região do Xingu agradeceu o apoio que recebeu. “Eu vou continuar defendendo os direitos dos povos indígenas, defendendo o meio ambiente, defendendo a Amazônia e defendendo a vida”, disse na gravação.

Mais um

Quarto colocado na disputa pelo Senado, em 2018, Adilton Sachetti (Republicanos) mandou avisar que está na área e deve disputar a eventual eleição suplementar, no caso de a cassação de Selma Arruda (Podemos) ser ratificada pelo TSE.

Arrepiou

Embora o ex-deputado José Riva não assuma a autoria do documento vazado à imprensa, contendo o relato de pagamento de propinas na Assembleia, muitos dos citados já estão de "cabelo em pé". É o que relata o site MidiaNews.

Evidências

Os relatos, segundo o site, são muito pontuais, repletos de detalhes. “Sabe-se que, de fato, há muitas evidências sobre os supostos esquemas de desvios de dinheiro em contratos e os repasses a figuras públicas”, diz.

Consistência

Citando fonte da AL, o site observa que o documento é “muito consistente” e que os nomes de assessores que pegavam a propina – o famoso “mensalinho” -, citados como testemunhas são “factíveis” e que não há nada de “fantasioso”.

Milícia

Empresários, blogueiros e funcionários públicos atuam em conjunto e de maneira organizada para derrubar funcionários, destruir reputações e promover linchamentos virtuais. É a milícia virtual bolsonarista.

Quem financia

Com base em mensagens e áudios de WhatsApp, a revista eletrônica Crusoé revela como funciona a militância bolsonarista na internet: com pauta conservadora, atua até contra ministros. É paga com dinheiro público, segundo a publicação.



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