Quinta feira, 17 de outubro de 2019 Edição nº 15324 10/10/2019  










CESTA BÁSICAAnterior | Índice | Próxima

Cuiabá acompanha movimento de queda de 16 capitais brasileiras

MARIANNA PERES
Da Editoria

A cesta básica em Cuiabá recuou 4% na passagem de agosto para setembro, passando de R$ 457,1 para R$ 438,8. O movimento está em linha com o observado em outras 16 capitais brasileiras, de um total de 17 acompanhadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

A Capital do Estado não está no rol do Departamento, mas é monitorada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que utiliza a mesma metodologia. Considerando os dados de setembro das duas entidades, Cuiabá fechou o período exibindo a 5ª cesta mais cara do Brasil, atrás do registrado em São Paulo, R$ 473,8, Porto Alegre, R$ 458,2, Rio de Janeiro, R$ 458,2, Florianópolis, R$ 454,9 e Cuiabá, com R$ 438,8.

Considerando o valor apurado pelo Imea, o cuiabano desembolsou cerca de 44% do salário mínimo (R$ 998,00) para comprar uma cesta básica. Na capital paulista, por exemplo, são necessários 51,61% do piso para aquisição dos alimentos. A cesta é composta por 13 itens considerados básicos para alimentação de uma família com quatro pessoas.

Dos 13 itens, seis apresentaram queda mensal, quatro tiveram elevação e três se mantiveram com preços estáveis (0%), como pão francês, café em pó e açúcar. Em elevação foram observados o arroz, 4%, a farinha, 3%, banana, 17% e o óleo, 2%. Em retração foram observados a carne, -2%, o leite, -1%, o feijão, -4%, a batata, -14%, o tomate, -28% e a manteiga, -1%.

Na comparação anual, com o registro da cesta de setembro de 2018, dos mesmos 13 itens, nove subiram e quatro reduziram. Entre as altas: carne, 1%, feijão, 57%, arroz, 20%, batata, 102%, tomate, 8%, pão, 2%, banana, 58%, açúcar, 8% e óleo, 6%. Na outra ponta, as quedas vieram do leite, -7%, da farinha, -2%, do café em pó, -5% e da manteiga, -9%.

Já em relação a setembro do ano passado, o custo do conjunto de alimentos na Capital teve alta de 9%, já que naquele momento estava cotada a R$ 401,6.



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