Quinta feira, 17 de outubro de 2019 Edição nº 15310 20/09/2019  










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Confinamento impulsiona abates em MT

MARIANNA PERES
Da Reportagem

Agosto registrou o maior volume de bovinos abatidos em Mato Grosso em quase um ano, foram 533,88 mil cabeças. O volume atual supera o até então último ‘recorde’ mensal que havia sido registrado nas linhas de abates em setembro do ano passado, quando se contabilizou 466,80 animais. Os dados foram apresentados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), por meio de levantamento mensal realizado pelo Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea/MT)

No acumulado de 2019 - janeiro a agosto - o Estado, que detém o maior rebanho bovino do Brasil, soma 3,75 milhões de cabeças abatidas, número 7,25% superior em relação ao mesmo período do ano passado. Como explicam os analistas do Imea, essa alta foi influenciada principalmente pelas regiões sudeste e médio-norte, as quais apresentaram crescimento de 9,82% e 8,13% ante a julho/19, respectivamente, devido às maiores ofertas de animais oriundos de confinamentos nessas localidades. "Para setembro, as ofertas tendem a diminuir um pouco, visto que as maiores entregas de animais se concentram em outubro e novembro, o que pode sustentar a atual alta das cotações da arroba do boi gordo".

Ainda conforme o Imea, as cotações do boi e da vaca gorda fecharam a semana passada em R$ 140,90/@ e R$ 132,16/@, respectivamente. "Este aumento foi influenciado tanto pela redução nas ofertas de animais quanto pelos preços na ponta da cadeia, que subiram na primeira quinzena do mês".

GADO CONFINADO - No 2º levantamento das intenções de confinamento de bovinos, em Mato Grosso para 2019, 77,17% dos entrevistados mantiveram o intento neste ano, totalizando 811,26 mil cabeças. Ao contrário do 1º levantamento - também realizado pelo Imea - que registrou queda de 7,06% em relação ao gado confinado em 2018, neste foi observado aumento de 9,07%.

As regiões que impulsionaram este incremento foram, principalmente, a sudeste e a oeste, as mais representativas no montante de gado confinado no Estado. "Este cenário foi favorecido pelas menores cotações da maior parte dos animais de reposição e aumento da arroba no segundo semestre do ano, o que refletiu nas menores preocupações dos pecuaristas. Mas, como os custos de produção estão maiores que os de 2018, esta conjuntura demonstra que não são somente as cotações que têm incentivado os produtores, como também os resultados dos sistemas intensivos que melhoram a margem da atividade".

A região sudeste, por exemplo, deverá ofertar 25,90% de todo o gado confinado de 2019: 210,51 mil cabeças. A oeste deverá responder por 23,30% e disponibilizar ao mercado 180,60 mil animais. O médio norte outras 116,50 mil (14,40% do total estadual), o centro sul produzirá 113,90 mil cabeças (14%), o nordeste 85,24 mil cabeças (10,5%), o norte 60,50 mil (7,50%) e o noroeste 44 mil animais (5,40%).



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