Quarta feira, 21 de agosto de 2019 Edição nº 15267 23/07/2019  










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Procurador-geral da Justiça vai hoje a Assembleia

KAMILA ARRUDA
Da Reportagem

A Assembleia Legislativa estará movimentada nesta terça-feira (23). Além da votação do projeto de lei que trata sobre os incentivos fiscais de Mato Grosso, o Parlamento Estadual ainda receberá o procurador-geral de Justiça José Antônio Borges.

O chefe do Ministério Público Estadual (MPE) participará da reunião do colégio de líderes. Na oportunidade, ele prestará esclarecimentos sobre o suposto envolvimento de promotores no esquema de interceptações telefônicas clandestinas, qual ficou conhecido como “Grampolândia Pantaneira”.

A presença de Borges no Legislativo se dá em decorrência do reinterrogatório de três militares, réus em ação militar referente aos grampos ilegais, na semana passada.

Na oportunidade, o cabo Gerson Correa e os coronéis Evandro Lesco e Zaqueu Barbosa garantiram que promotores do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) também se utilizaram do esquema para de escutas clandestinas para dar andamento nas investigações.

Além disso, acusou os integrantes do Ministério Público de desvio a finalidade de uma verba secreta destinada a ações de investigação.

Ao todo, ele citou que seis promotores teriam praticado irregularidades no grupo. São eles: Marco Aurélio de Castro, Marcos Bulhões, Marcos Regenold, Samuel Frungillo, Célio Wilson e Paulo Prado.

Diante dos fatos narrados pelos militares em audiência realizada na 11ª Vara Militar Criminal de Cuiabá na semana passada, o procurador-geral determinou a abertura de alguns procedimentos para apurar o caso. Borges garante que o Ministério Público irá realizar uma auditagem no sistema de escuta “Guardião” utilizado pelo Gaeco.

Além disso, determinou a instauração de procedimento administrativo para averiguar a acusação envolvendo a utilização da verba secreta por parte dos promotores.

Os próprios promotores citado também pediram para que os fatos delatados pelos militares sejam apurados pela Corregedoria Nacional do Ministério Público (CNMP), Procuradoria-Geral de Justiça de Mato Grosso e a Corregedoria-Geral do Ministério Público do Estado.

Vale lembrar, entretanto, que os três militares tentar firmar acordo de delação premiada junto ao Ministério Público Estadual (MPE), mas as propostas foram negadas pelo Núcleo de Ações de Competências Originárias (NACO) sob o argumento de que eles não teriam apresentado fatos novos.



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