Terça feira, 25 de junho de 2019 Edição nº 15239 12/06/2019  










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Leilão no TCE

No reinterrogatório do ex-presidente da AL, José Riva, sobre a compra de vagas no TCE-MT, chama atenção a declaração de que as indicações à vagas na instituição eram acordadas e destinadas a deputados que poderiam “pagar mais”.

Bolada

Considerando as tramoias que teriam marcado a transação, segundo Riva, a vaga obtida pelo ex-deputado Sérgio Ricardo (DEM) no TCE teria custado R$ 15 milhões. Afastado, SR faz malabarismos jurídicos para voltar ao TCE.

A pedido?

O ex-deputado federal Victório Galli (PSL) faz questão de destacar que sua exoneração da Casa Civil de Bolsonaro, na segunda-feira (10), foi “a pedido”. Só não disse que a exoneração do cargo de assessor era iminente.

Encomenda

Galli foi nomeado em fevereiro pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, para ajudar na articulação, no Congresso, pela votação da reforma da Previdência. Ao que consta, o ex-deputado não entregou sua parte na encomenda.

Palanque

Com salário de R$ 16,9 mil, o ex-parlamentar fazia questão de se exibir como “assessor especial de Bolsonaro”. Ultimamente, ele usou muito o nome do presidente para dizer que é pré-candidato a prefeito de Cuiabá em 2020.

Despejo

Segundo o Estadão, Onyx está fazendo um “limpa” no comando da Secretaria Especial para a Câmara. Ele está demitindo pessoas ligadas ao PSL e nomeando filiados ao seu DEM. Os bolsonaristas são despejados da Casa Civil.

Vaza Jato

No exato momento em que o meio político “pega fogo”, em Brasília, com o vazamento dos diálogos do ministro Sérgio Moro e de membros da força-tarefa da Lava Jato, parte da bancada de MT no Congresso minimiza o impacto do escândalo.

Bombeiros

Selma Arruda e Nelson Barbudo, ambos do PSL e defensores intransigentes de Bolsonaro, atuam como bombeiros. A senadora diz que o diálogo é “normal”. O deputado vai mais longe e afirma que Moro merece “nota 10”.

Tá valendo

Ministro do STF, Gilmar Mendes acha que o fato de os vazamentos divulgados pelo site Intercept possivelmente terem sido obtidos de forma ilegal "não necessariamente" anula provas que venham a ser produzidas a partir deles.

Exemplo

Disse GM: "Se amanhã [uma pessoa] tiver sido alvo de uma condenação, por exemplo, por assassinato, e aí se descobrir por uma prova ilegal que ela não é autora do crime, se diz que, em geral, essa prova é válida".

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Primo rico e primo pobre

Reportagem especial do Estadão revela que, segundo a AGU, Estados e municípios têm verificado que os demais poderes não limitam os gastos e, sem respaldo jurídico para que o Executivo faça o bloqueio, “ficam de mãos atadas”. Em MT, o Executivo ficou com o caixa no vermelho em R$ 1,4 bilhão no fim de 2018, enquanto sobravam R$ 417,1 milhões nos cofres do Judiciário e do MPE. “Não pode haver um primo rico e outro pobre”, diz o ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, André Mendonça.

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Centrão

Coordenador da bancada de MT no Congresso, o deputado Neri Geller (PP) defendeu a atuação do Centrão e disse que esse grupo, que age conforme suas próprias conveniências político e pessoais, “não atrapalha as votações”.

Interesses

Ex-ministro da Agricultura de Dilma, Geller faz média com Bolsonaro, mas afaga o outro lado. Só para lembrar: o tal Centrão reúne políticos sem orientação ideológica específica, que buscam se aproximar do Executivo, na base da pressão.

Rede social

Para surpresa de ninguém, um dos vice-líderes do Governo na Câmara, o deputado José Medeiros usou as redes sociais para defender Sérgio Moro. Ele elogiou a Operação Lava Jato e disse que o ministro da Justiça “está do lado correto”.

Joia falsa?

Durante a Operação Mantus, que desarticulou esquema do jogo do bicho, a Polícia apreendeu um relógio Rolex, na casa de João Arcanjo. O bicheiro jura que a joia é falsa. Em média, o relógio suíço, top de linha, custa até R$ 100 mil.

PT e a ética

Ao site MidiaNews, a deputada federal Rosa Neide (PT) disse que Moro ultrapassou todos os limites éticos ao manter conversas, enquanto era juiz federal, com o procurador Deltan Dallagnol. Ela defendeu o afastamento do ministro.

Tartaruga

As nomeações na maioria dos órgãos federais em MT ainda são lentas, passados cinco meses da posse de Bolsonaro. Na verdade, nomes são indicados, mas reprovados numa “peneira”. Selma Arruda e Nelson Barbudo costumam barrar indicações.

Barreira

Segundo site RDNews, antes de serem encaminhados para a “devassa” nos órgãos de Inteligência, alguns nomes são vetados. O empresário Rodrigo Rodrigues (PDT), indicado para a diretoria da Sudeco, teria sido vetado por Selma.



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