Terça feira, 21 de maio de 2019 Edição nº 15220 16/05/2019  










GILSON NUNESAnterior | Índice | Próxima

O bom senso social e político

A política é uma questão de oportunismo que o momento desperta. Não existe esquerda e nem existe direita, o que existe, na verdade são interesses que não acrescentam em nada um determinado grupo político. Exemplo disso são os cargos de liderança política nas câmaras dos vereadores, assembleias legislativas e o senado federal. A situação, ou oposição, não é contra um determinado Projeto que se está na pauta de votação, mas são contra a falta de articulação corpo-a-corpo do autor do dito cujo projeto. O exemplo que justifica o exemplo citado, é a PEC da Previdência.

A política brasileira, enquanto estiver à mercê de modelos inescrupulosos, que incitam a vaidade imoral dos grupos políticos, as injustiças sociais e a própria sociedade se verá desamparada, no sentido de ver suas necessidades sendo resolvidas à contento. Todavia, o que nos preza saber, todos nós (políticos, pastores, empregados públicos ou não, toda a sociedade enfim), é que o Brasil só será grande e de respeito internacional, caso ele seja, verdadeiramente de todos e para todos.

Um país sem educação não pode pensar ou querer crescer, desenvolver, com igualdade social, justiça e outros adereços que os países desenvolvidos ostentam. Aliás, esses países se prezam pela dignidade de seus filhos, que por sua vez, o tem como Pátria. Tentando ser mais exato dentro de uma concepção lógica, sensata e, quem sabe, inteligente, o pensamento voltado para a ganância e o cinismo, por grande parte dos governantes, tem levado o pais a um terrível medo do amanhã, como se, se não for por meio da desonestidade, não se conquista o pão de cada dia, no dia seguinte. Isso é um absurdo. O mal que induz à corrupção, as vezes tem levado grande parte da sociedade a esquecer que, além da vida normal que o cidadão deve ter e seguir, através do trabalho, do bom senso, do comportamento diplomático, de respeito pelo respeito, independentemente de sua índole.

A cultura de um pais se revela a partir da credibilidade de seus governantes. Veja que a credibilidade não está aliada à sua capacidade e inteligência formada em faculdades ou outros campos de ensino, mas sim, em sua ira que o conduz a ver o seu pais ocupar, com honra, o status de pais de primeiro mundo. Em suma, é querer que o seu povo tenha escolas de primeiro mundo, saúde que lhe seja disponibilizado sem a dor do descaso, é saber que a sua segurança está incutida dentro de sua própria honestidade. Ou seja, se seu sou honesto, o outro também o será e assim, se propaga exemplos de credibilidade que exclui o paradigma enigmático da benevolência que só subtrair a honra daqueles que s julgam significantes.

O tema em pauta, nesse caso, não refere apenas aos partidos políticos e seus partidários de carteirinha, como diz o ditado popular, mas sim, a todo aquele cidadão que almeja o seu país mais humano e verdadeiro, ao que diz respeito o sentido de Pátria, posto que dela nascemos e para ela vivemos. E para finalizar, sem que a minha tolerância ignore a minha humildade, suplico que o nosso Brasil se orgulho de seus filhos, pois os símbolos que a ostenta tem o sinônimo de soberania e estes, estão cravados dentro de nossas almas, nossos corações.

O que me intriga na política, é o fato dos políticos não olhar para a pátria/Brasil, como se fosse, ela, a sua família.



* GILSON NUNES é jornalista

gnunes01@yahoo.com.br



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