Sexta feira, 22 de março de 2019 Edição nº 15180 16/03/2019  










GILSON NUNESAnterior | Índice | Próxima

Quero falar-lhe uma coisa...

O dia amanhece para todos? Sem demagogia, sim. Somos todos filhos de Deus. O dia nada mais é que o tempo, o sol o ar e a água. Todos precisamos desses elementos para sobreviver. Hummmm, aqui já entrou uma palavrinha um tano quanto indigesta, ou que exige uma melhor explanação: sobrevivência. Vamos começar o discurso com a memória menos deturpada ou revoltada. Sobreviver é se manter vivo, mesmo que tenhamos que passar por necessidades elementares e incomuns dia-a-dia. Mas, sobreviver, enfim, é se manter vivo.

A saúde é um caso à parte. Dela retira-se um espaço para colocar a cabeça para funcionar, refletir e sonhar sobre o que pode, e sobre o que não pode ser feito no dia seguinte. Melhor mesmo, sem perder o foco, é não perder a fé. Fé, em primeiro lugar em Deus e, depois, em si próprio.

Há uma filosofia que acho interessante, que não é do pessimista e nem do otimista. Ela é sim, do sujeito realista e ponderado, que diz o seguinte: “Prefiro viver otimista nos dias em que estou triste, cabisbaixo, deprimente, humilhado e angustiado, por que sei que dias melhores estão por vir. Pior eu fico, continua a filosofia, quando eu sei que tudo está se dirigindo às mil maravilhas, tudo o que penso acontece, e até mesmo no que não espero, me vem de “mão beijada”. Atiro no que vejo e acerto no que não vejo. Fico ansioso, porque sei que aquilo não passa de uma fase e que ela vai acabar”. Existe um “...moral da história: A vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida” quem não a conhece? Pois bem, dentro desse contexto, entendo que nem tudo tem que ser perfeito e nem tudo tem que ser de glórias, posto que, se assim o fosse, não haveríamos de saber o valor da própria vida e muito menos dar valor às conquistas”. Não obstante, nada se consegue sozinho. Vida que segue.

O sonho é uma transferência de desejos que tentamos trazer para as nossas vidas. Por conseguinte, também temos que pensar que, “o fazer acontecer”, é não medir a quantidade de suor que será derramada para a obtenção dos objetivos. Falar é fácil, mas... Quer saber? Não tem másss, nem tem menssss. O que temos é que fazer valer a nossa vontade, mas, sempre com os pés no chão, tentando, dentro do possível, ser cortês e generoso uns com os outros. Nunca imaginei pensar assim, entretanto, pensando bem, se o dia é curto e a morte é certa, por que deixar para ser feliz amanhã? A felicidade está dentro de nós mesmos. A sensatez é individual e vem da natureza pessoal, é saber que tudo fica mais solene quando nos permitimos deixar que a nossa emoção sobreviva. Noutras palavras é o mesmo que deixar que a lógica seja o raciocínio que a consciência cumplicia.

O dia amanhece para todos. Somos todos filhos do mesmo pai. Pelo menos é o que nos diz a Bíblia, mas somos sim. Se partirmos dessa premissa, dificilmente sentiremos rancor, e em hipótese nenhuma iremos nos sentir fragilizados pela ignorância dos imbecis. Pobre de espírito, é aquele que só tem olhos para o seu umbigo, só tem pernas para correr de si mesmo e só tem braços para tentar equilibrar-se, pois desconhece o significado de um abraço.

Será que eu lhe falei alguma coisa? Sabe lá.



* GILSON NUNES é jornalista

gnunes01@yahoo.com.br



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