Sexta feira, 22 de março de 2019 Edição nº 15179 15/03/2019  










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Além do limite

O desejo de ganhar destaque no cenário político e cacifar seu projeto de ser candidato a prefeito de Cuiabá, ao que parece, está levando o deputado federal Valtenir Pereira (MDB) a ultrapassar os limites do bom senso.

Ladrão e vagabundo

Nesta semana, Valtenir elevou o tom das críticas ao prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e o acusou de “roubar” dinheiro destinado à Santa Casa de Cuiabá. Para completar, o deputado tachou o colega de partido de “vagabundo”.

Recado

Nesta sexta-feira, EP deve esclarecer, em coletiva de imprensa, toda a polêmica sobre a crise financeira do hospital. Ontem, em entrevista, o prefeito mandou um recado ao deputado: “Não sou candidato à reeleição”.

Submundo

Numa carta, publicada pelos seus advogados, o ex-cabo PM Hércules Agostinho se diz vítima de maus tratos, dentro da Penitenciária Central do Estado. A direção da PCE afirma que o ex-militar tentou fugir duas vezes.

Triste fama

Ao que consta, Hércules nunca se destacou na PM. Mas, ganhou notoriedade nos anos 90, quando assumiu a linha de frente dos pistoleiros do então chefe do crime organizado no Estado, João Arcanjo Ribeiro.

Folha corrida

Em 2012, o ex-cabo da PM foi condenado a 162 anos, sob a acusação de executar concorrentes de Arcanjo no jogo do bicho e em caça-níqueis. O comparsa dele, Célio Alves, que também era da Polícia Militar, está preso.

Lava Toga

Numa nova investida para instalar a CPI que investigará o STF, o senador Alessandro Vieira (PPS-SE) já obteve 24 das 27 assinaturas necessárias para instalar a comissão. De Mato Grosso, só a senadora Selma Arruda (PSL) assinou.

Pode ser...

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) já não evita mais comentar sobre eleições de 2020. Em várias entrevistas, o petista já sinaliza para a possibilidade de disputar a sucessão do prefeito Emanuel Pinheiro, ano que vem.

Gastança

Wellington Fagundes (PR) é o que menos aparece, no cenário do Senado, mas é o que mais gasta. Entre janeiro e fevereiro, torrou R$ 15,3 mil da cota parlamentar. Selma gastou R$ 8 mil e Jayme Campos (DEM), R$ 5,7 mil.

Bola da vez

O mato-grossense Gilmar Mendes é o nome no momento. Ontem, o advogado Modesto Carvalhosa entregou, no Senado, um pedido de impeachment contra o ministro do STF, por crime de responsabilidade. O documento tem 150 páginas.

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Memória de Julinho

Neste dia 15 de março, um dos principais líderes políticos de MT tem motivo para comemorar. Há 36 anos, Júlio Campos (então PDS) tomou posse como governador de Mato Grosso (1983/1987). “(...) 15 de março de 2019 será de lembranças e boas recordações”, escreveu JC, no Facebook. Foi a primeira eleição direta para governador, após 20 anos de regime militar.



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Marca de batom

Ontem, O Globo informou que Wellington Fagundes e outros cinco senadores da CPI que vai investigar a tragédia de Brumadinho (MG) receberam, direta ou indiretamente, verba de mineradoras, em campanha eleitoral.

R$ 150 mil

Segundo o jornal carioca, WF recebeu R$ 150 mil da empresa Cavalca Construções e Minerações Ltda., em 2014, quando se elegeu senador. Ontem mesmo, ele negou a propina e jurou que trata-se de doação eleitoral legal.

STF reage

Presidente do STF, Dias Toffoli anunciou, ontem, a abertura de um inquérito para investigar “denunciações caluniosas, ameaças e infrações” contra ministros, que envolvam também atos de difamação ou injúria, por exemplo.

Barbudo no alvo

Toffoli não informou quem serão os alvos da investigação. A Folha de S. Paulo deu a dica: deputados federais que pediram o impeachment de quatro ministros. Entre os deputados, está o mato-grossense Nelson Barbudo (PSL).

Voto aberto

A senadora Selma Arruda deu parecer favorável à Proposta de Emenda à Constituição n° 1, de 2019, que prevê o voto aberto para a eleição dos presidentes e demais integrantes da Mesa Diretora da Câmara e do Senado.



Polêmica

Selma é relatora da PEC na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Na tumultuada eleição da Mesa do Senado, em fevereiro, a senadora requereu o voto aberto, proposta aprovada pela maioria dos senadores.

Casa dos Horrores

Nos últimos dias, os vereadores Abílio Jr. (PSC) e Renivaldo Nascimento (PSDB) são responsáveis pelo baixo nível das discussões na Câmara de Cuiabá. Eles se xingam e trocam sopapos. Felizmente, não andam armados.



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