Sexta feira, 22 de março de 2019 Edição nº 15178 14/03/2019  










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Valtenir critica Emanuel e quer disputar Alencastro

Valtenir, vai caçar o que fazer, pois seu repertório de menino vingativo, não cola mais.

PAULO ARANTES, Cuiabá/MT

***



Fala sério, não ganhou para deputado e tão pouco ganha para prefeito, só sabe pular partido, vai exercer sua profissão, chega de ganhar sem trabalhar.

RUTH AQUINO, Cuiabá/MT



Prefeitura de Cuiabá lança “Disque Silêncio”

Infelizmente mais um órgão que não serve pra nada. Não funciona. Já liguei várias vezes, não atende, e quando atende só fala que vão resolver. Se fechar esse órgão, vai ter mais rendimento pra Cuiabá. Afinal, Cuiabá está sem dinheiro, e pagamos impostos e por um órgão deste tipo que não nos serve pra nada. Fico indignado, pois esse povo ganha dinheiro pra fazer nada, só fica sentado, não atende o telefone, e não faz as ocorrências quando atende.

MARCIO EMANUEL DOS REIS, montador de móveis, Cuiabá/MT. marcioreisreis110@gmail.com



Bolsonaro pode privatizar parque de Chapada

Uma das melhores ideia já divulgada! Não há a mínima condição de administrar parques com politicas equivocadas e ainda, sem estrutura, sem pessoal e sem dinheiro.

FRANCISCO DIAS, Cuiabá/MT



Salários devem ser regularizados no 1º semestre, diz Mauro Carvalho

Só lembrando que a implementação deste parcelamento do salário no sistema foi realizado pelo MTI em duas semanas, provando mais uma vez a sua importância, depende somente da vontade do governo.

PAULO MENDES SANTOS, Cuiabá/MT



Religião: existe fé após a batina

Tive o privilegio de ser aluno do padre Jonel, na época Clerigo, no Seminário Cristo Rei, em Várzea Grande/MT. Tenho só a agradecer ao grande aprendizado que tive em suas aulas. Desejo-lhe felicidades, grande mestre, ao senhor e sua família.

CARLOS ROBERTO DA SILVA, Professor, Barra do Bugres-MT. crs-ros@hotmail.com



Fraude ameaça reservas naturais

de ipês em MT

Madeira do município de Aripuanã, aqui em Mato Grosso, alimenta todas as serrarias do município de Ji Paraná, em Rondônia. As madeiras são de mogno, seringueira, jatobá, enfim, todos os tipos de madeira que existe na região.

ANTOIO BIKENAO, aposentado, Aripuanã/MT.

juniornoga@gmail.com



Os generais do Bolsonaro

Iniciando pelo final do artigo, não se "bate continência", expressão cunhada para defenestrar a atitude respeitosa que os militares expressam entre si a reverência que lhes é afeta nos seus pilares básicos: hierarquia e disciplina. De forma que, "presta-se continência", como demonstração de boa educação militar, bem como de profunda consideração pela própria condição militar daquele que presta o ato, crendo que é em si que os valores militares são perpetuados a cada continência realizada. Quanto ao núcleo duro militar formado pelo futuro presidente é uma demonstração clara de que a crise política ainda não foi debelada, sendo necessário, tal qual se aplica antibióticos a um corpo doente, buscar sanar as doenças do corpo social brasileiro, contaminado por muito mais que treze anos de governos petistas, para que possa se ter garantia de que as próximas gerações tenham como ponto inicial ou marco zero o combate ao radicalismo esquerdista, este sim capaz de desencadear uma revolução radical, mesmo que a toque de caixa saibam que eles mesmo irão eliminar os radicais úteis no caso de ser declarada a vitória.

FLÁVIO BENEDITO DE SOUZA, Funcionário Público, Cuiabá/MT. flaviosouzab@hotmail.com



TCE mantém veto a obras em viadutos

Exemplo Clássico de PORQUE obras nunca terminam. Não tem projeto básico? Não exige demonstração de capacidade de executar? E, além de tudo, superfaturado!!! É mais uma obra que vai começar e ser interrompida. Construtora vai falir, população vai se ferrar... E alguém vai enriquecer... A não ser que a justiça realmente comece a mudar essa realidade. Triste, muito triste. Depois de tudo que estamos vivendo, obras ainda são licitadas assim.

JOAO TERTULIO, Cuiabá/MT. cysplatin@hotmail.com



Maluf vai analisar as contas de Mauro Mendes

Eu já sabia disso, aliás, todo povo de Mato Grosso já sabia. Não existe burro neste estado. Sabemos a rotina dos políticos e compreendemos o sistema. Maluf também, por isso colocou seu nome, sabendo que teria aval do presidente da Assembleia, do Tribunal e do Governador. Eles que indicaram na calada da madrugada na casa de Jaime Campos. Não podemos fazer nada. Estamos com as mãos atadas. Nem a justiça vê, pois é cega. Dane-se povinho como disse Júlio Campos, quando era Governador para a mãe que ficou com dó dos servidores com três meses de atraso salarial. Ele disse o povinho é igual vaca, na hora da eleição, é só bater no cocho que vem todos, vive só pra comer o que damos.

MARIO ALBERTO RIBEIRO CHAGAS, Cuiabá/MT

odenilmiranda!@gmail.com



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