Sexta feira, 22 de março de 2019 Edição nº 15178 14/03/2019  










INFLAÇÃO DA CONSTRUÇÃOAnterior | Índice | Próxima

MT fecha bimestre com a maior variação do Centro-Oeste

MARIANNA PERES
Da Reportagem

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE, fechou o primeiro bimestre do ano com variação de 0,70%, acumulando a maior inflação do segmento para o Centro-Oeste. A alta de fevereiro sobre os custos de construção do metro quadrado (m²) foi a maior do período, acrescentando ao acumulado do ano, 0,65% em apenas um mês. A variação mensal também foi a maior da região.

A inflação apurada pelo IBGE, em Mato Grosso, supera as médias do período no País, em 0,63% e no Centro-Oeste, 0,36%. Entre os estados brasileiros, a inflação deste primeiro bimestre de Mato Grosso é a sexta maior, atrás do observado, por exemplo, em Minas Gerais, cuja variação somou 2,78%.

Com a majoração o metro quadrado em Mato Grosso atingiu R$ 1.134,08, superando o registrado em Goiás (R$ 1.100,91), mas abaixo do Distrito Federal, o maior do Centro-Oeste, em R$ 1.181,75. Mato Grosso do Sul se mantém com o valor mais acessível da região, R$ 1.095,03.

No país, conforme o IBGE, o Índice Nacional da Construção Civil foi de 0,21% em fevereiro, ficando 0,21 ponto percentual abaixo da taxa do mês anterior (0,42%). O acumulado em 12 meses ficou em 4,47%, pouco abaixo dos 4,56% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em fevereiro de 2018, o índice foi 0,30%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em janeiro fechou em R$ 1.118,60, subiu para R$ 1.120,99 em fevereiro, sendo R$ 583,63 relativos aos materiais e R$ 537,36 à mão de obra.

A parcela dos materiais subiu 0,55%, com alta de 0,36 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,19%) e estabilidade frente a fevereiro de 2018 (0,54%).

Já o valor da mão de obra teve queda de -0,15%, caindo 0,83 ponto percentual em relação ao mês anterior e 0,21 ponto percentual em comparação com fevereiro de 2018.

Os acumulados no ano ficaram em 0,74% (materiais) e 0,53% (mão de obra) e, em 12 meses, em 5,99% (materiais) e 2,89% (mão de obra).

As regiões Sudeste e Centro-Oeste, com 0,28%, e taxas positivas em todos os seus estados, ficaram com a maior variação regional em fevereiro. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,09% (Norte), 0,12% (Nordeste) e 0,26% (Sul).

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 1.124,34 (Norte); R$ 1.040,67 (Nordeste); R$ 1.171,12 (Sudeste); R$ 1.162,51 (Sul) e R$ 1.128,33 (Centro-Oeste).

Com aumento na parcela de materiais, Piauí, com 0,98%, foi o estado que apresentou a maior variação mensal.

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