Domingo, 24 de março de 2019 Edição nº 15164 20/02/2019  










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Caixa 2

Em uma longa entrevista ao Correio Braziliense, a senadora Selma Arruda (PSL) voltou a negar que tenha cometido crime de Caixa 2 na eleição passada, em Mato Grosso. A ex-juíza disse que foi, sim, alvo de extorsão.

Marketing

Selma afirmou que, na campanha, foi extorquida várias vezes. “Numa delas, o dono da agência que contratei para o marketing me pediu para pagar um valor. Como eu não paguei, ele entrou com uma ação monitória”, disse.

Baralho

Para a senadora, o empresário faria jogo duplo: “A ação entrou em juízo cível. Vinte minutos depois, o advogado do meu opositor acessou o sistema e viu. No dia seguinte, entrou com ação dizendo que eu tinha feito Caixa 2”.

Alvo tucano

Selma observou que Caixa 2 não se faz com cheque nominal, nem cheque na própria conta. A senadora não citou nomes, mas o opositor a que ela se refere é o ex-deputado Nilson Leitão (PSD), seu principal adversário na eleição.

Água mole...

Ultraconservador e considerado homofóbico, Victório Galli (PSL) tanto cavou que conseguiu: na terça-feira (18), ele engrossou a lista de assessores do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM).

Especial

O ex-deputado federal, rejeitado pelos eleitores mato-grossenses na disputa de 2018, foi nomeado assessor especial e vai atuar em uma secretaria especial que tratará de assuntos ligados à Câmara dos Deputados.



Palanque

O pastor Galli, que se vangloria de ser “amigo do peito” do presidente Bolsonaro (PSL) deve usar o cargo, também, para montar palanque em Cuiabá. Ele já assumiu a pré-candidatura a prefeito da Capital.

Fechou

Presidente do MDB em Cuiabá, o advogado Francisco Faiad garante que a legenda está fechada com o projeto de reeleição do prefeito Emanuel Pinheiro, em 2020. A decisão saiu de uma reunião da cúpula, na última segunda-feira (18).

Presença

Por sinal, nessa reunião esteve presente a deputada estadual Janaína Riva, cujo nome é sempre colocado quando se fala em sucessão no Palácio Alencastro. Dizem que a deputada mira mais longe: no Palácio Paiaguás, em 2022.

Penduricalho

Aos poucos, Mauro Mendes (DEM) acaba com alguns penduricalhos. Como a Central de Abastecimento (Ceasa), que só existe no papel. Presidente do órgão desde o Governo Silval, Baltazar Ulrich foi demitido do cargo.

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Comando Vermelho no morro

A Secretaria de Segurança Pública, por meio das policiais Civil e Militar, deve intensificar as blitzen no Beco do Candieiro (Centro Histórico) e no Morro da Luz. Segundo uma fonte da coluna, há informações de que a facção criminosa Comando Vermelho dominaria amplamente o tráfico de drogas nos dois locais. Moradores de rua seriam os principais alvos do grupo.

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Articulação

Ontem, a deputada Janaína Riva reuniu, em sua casa, 10 colegas para discutirem o que mais se discute atualmente na AL: a vaga no TCE-MT. Esse grupo deve formalizar apoio ao nome de Max Russi (PSB) para o cobiçado cargo.

Hobby

Autor da proposta de título de cidadania de MT para Bolsonaro, Nelson Barbudo e Luciano Hang (dono da Havan), o deputado Sílvio Fávero (PSL) tem um hobby: admirar uma enorme foto do presidente, em seu gabinete.

Encrenca

A 1ª Turma do STF negou um recurso de Wellington Fagundes (PR) e o manteve como réu no escândalo denominado “Máfia das Sanguessugas”, a compra superfaturada de ambulâncias para prefeituras do Estado de Mato Grosso.

Desgaste

Não é por falta de conselhos que o deputado Guilherme Maluf (PSDB) não desiste de pleitear vaga no TCE. Declarado réu em ação penal do escândalo de Seduc, o parlamentar virou sinônimo de desgaste para os seus colegas.

Saída honrosa

A obsessão com que Maluf se apega à candidatura chama a atenção no âmbito do Legislativo. O consenso é de que ele poderia buscar uma “saída honrosa” e, ao mesmo tempo, contribuir para que o próprio Poder não passe vexames.

Justiceiro

Presidente da AL, Eduardo Botelho (DEM) não faz objeção à candidatura de Maluf, embora ele seja réu em ação penal. “Não vou fazer papel de justiceiro. O que diz a lei é que tem que ser ficha limpa”, disse o democrata.

Facão

Mauro Mendes extinguiu, de uma canetada só, 30% dos cargos em comissão da Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) – o antigo Cepromat. Agora, a empresa terá que demonstrar viabilidade para existir.



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