Domingo, 17 de fevereiro de 2019 Edição nº 15145 24/01/2019  










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Servidores continuam acampados na Assembleia e ameaçam com greve

Da Reportagem

Do lado dos servidores estaduais e falando em nome do Fórum Sindical, Oscarlino Alves, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde (Sisma-MT), disse ontem que os manifestantes vão permanecer com a ocupação da Assembleia Legislativa até que os projetos do governo sejam votados. “Depois da votação dos projetos o encaminhamento do fórum sindical será por uma greve geral”, disse.

Sindicatos de servidores da Segurança Pública do Estado de Mato Grosso sinalizaram uma possível paralisação da categoria, durante uma entrevista coletiva em frente à Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (23).

Policias militares, civis, bombeiros e agentes penitenciários, e outros servidores estaduais, tomaram o plenário da Assembleia Legislativa no fim da manhã de terça-feira (22). Eles são contrários a parte dos projetos de lei encaminhados pelo governador Mauro Mendes (DEM) ao Poder Legislativo.

Além disso, boa parte dos servidores da Segurança recebem mais de R$ 6 mil líquidos e, portanto, ainda não receberam seus vencimentos relativos a dezembro.

Conforme uma das lideranças, o presidente da Associação de Cabos e Soldados da Policia Militar e Bombeiros Militares, cabo Adão Martins da Silva, os atrasos salariais e falta de diálogo com o governo podem gerar uma greve geral, aos moldes das que ocorreram no passado no Espirito Santo e Rio Grande do Norte.

“O grau de insatisfação da Polícia Militar com os projetos de lei que foram encaminhados à Assembleia, e os projetos que foram aprovados ontem, sem nenhum tipo de discussão. Situação semelhante a essa aconteceu nos estados do Rio Grande do Norte e no Espírito Santo. E quando o nível chega a alarmante, a gente não sabe qual vai ser a reação da tropa”, disse.

“Hoje a gente já conversou com alguns deputados. E se não for revista essa situação, ou não forem acatados os requerimentos que nós temos de emenda nos projetos de lei, a situação aqui em Mato Grosso pode ficar em nível crítico”, apontou o oficial.

Os servidores, no entanto, estão em estado de greve e em assembleia permanente. Nos próximos dias deve haver uma reunião para decidirem sobre uma possível paralisação.



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