Terça feira, 20 de agosto de 2019 Edição nº 15144 23/01/2019  










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Decreto prioriza salários, poderes e serviços essenciais

Da Reportagem

Todo os governos, sempre tiveram esse mesmo enredo, inclusive no governo do seu conselheiro financeiro Jaime quê deixou pro sucessor 4 folhas de pagamento. Governador se não aguenta pede pra sair e leva junto o deficiente intelectual que disse que o estado é burro. Governador tá agindo como amador, esse decreto inócuo, sem finalidade alguma todas essas medidas já vinham sendo postam pelo governador Pedro Taques que não pagava ninguém, só me explique a mágica de economizar se a máquina administrativa voltou a funcionar com expediente normal, se querem economizar mesmo fecha às ações do estado por tempo indeterminado, e vai caçar coquinhos com os agentes políticos que lapidaram os cofres até o caroço as renuncia fiscais dos improdutivos, das benevolências do estado com os grandes latifundiários que apoderaram das terras do estado, dos sonegadores das dividas com estado inclusive a sua empresa depois disso pode jogar a culpa nos trabalhadores que não tem nada haver com mal gestores que tiveram a frente do estado nos últimos 30 anos.

LUIZ CARLOS ARRUDA, Cuiabá/MT

***

Parabéns ao Governador e sua equipe. O povo precisa disso. Ver a máquina se movimentando para economizar e otimizar a aplicação dos recursos públicos.

GERALDO MAGELA, Cuiabá/MT

Mendes e acalamidadefinanceira

Colegas funcionários públicos aprendam a votar, enquanto votarem em pessoas apoiadas pelo agro, pelo empresariado e por quem detém o capital, sempre seremos massacrados, temos que votar em quem vive a nossa realidade, parem de ser passados para trás, deixem de procurar sofrimento, um empresário que sempre teve incentivo fiscal jamais conhecerá a realidade do servidor que trabalha dia a dia, fazendo a máquina do Estado funcionar e combatendo a sonegação de tantos, enquanto não escolhemos os nossos iguais iremos travar esses tipos de embates cotidianamente.

BEATRIZ CASTRO, Cuiabá/MT

PRF faz leilão de 1.700 veículos apreendidos em MT

Uma boa medida, no pátio do DETRAN, tem centenas de motos e carros porque não fazer o mesmo? Serve de moradia para uma dezena de milhões de mosquitos que estão procriando diariamente, para chupar nosso sangue. Isso, antes de entrarmos nos locais de atendimento para sermos penalizados com as taxas. Resumindo, seu sangue, o meu é sugado de qualquer maneira e em todo lugar, diariamente. Basta ter sangue! Até quando?

MARIO MARCIO DA COSTA E SILVA, eng.civil, Cuiabá/MT

mariomarcio1959@bol.com.br

Mauro Mendes admite que pode ter que taxar o agronegócio

Tem que taxar os barões do agronegócio! O povo de Mato Grosso sofre sem segurança, sem educação, saúde e outros serviços enquanto os ricos fazendeiros nadam nas isenções e incentivos do Estado! Só em 2018 Mato Grosso perdeu quase 3 bilhões de reais. Dinheiro que pode construir e equipar uns 15 prontos socorros em um só ano.

ROGER SILVA, Cuiabá/MT

rogeriosil2004@yahoo.com.br

Liberação do desmatamento em APA ameaça mais de 2 mil nascentes

Pesco no Pantanal desde a década de 1960. Cada ano que passa é menos peixe e menos água nos rios. O homem quer mesmo acabar com a natureza.

PAULO MOLINA, aposentado, Cuiabá/MT

Qual o futuro do sindicalismo?



O futuro do sindicalismo é um futuro sem sindicalismos. Isso se o Brasil realmente quiser sair do atraso trabalhista, da indolência e malandragem dos barões sindicalistas. Sem imposto obrigatório e com a dinâmica dos novos empregos livres desses intermediários, esse sindicalismo vai ficar onde realmente deve estar, nos livros de história. A não ser que devido à extinção eminente desse sindicalismo ideológico e oportunista, a Justiça do Trabalho percebendo que será a próxima a se extinguir, faça-o renascer do inferno que se encontra para salvar a si própria. Ecce brasilis.

FLÁVIO BENEDITO DE SOUZA, Funcionário Público, Cuiabá/MT

flaviosouzab@hotmail.com

Pacote de Mauro

Espero que Mauro Mendes se prepare para dar um adeus à sua vida política, pois Taques, mesmo protegendo o agronegócio, foi dispensado. Já em relação aos poderes, a fatia maior do bolo é pro legislativo e pro judiciário. Usufruem de um banquete, fartam-se, mas quem come as migalhas é o executivo e, ainda, paga a conta.

BELISA MATTOS, Cuiabá/MT



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