Sábado, 23 de março de 2019 Edição nº 15118 12/12/2018  










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Gustavo Gómez compara Palmeiras com as equipes do futebol europeu

RAFAELA CARDOSO
Da Folhapress – São Paulo

O zagueiro Gustavo Gómez chegou praticamente como um desconhecido, mas, aos poucos, foi conquistando a confiança do técnico Luiz Felipe Scolari. Com o bom futebol apresentado, caiu nas graças da torcida e está contente pela sua escolha de assinar com o Palmeiras.

Segundo o beque paraguaio, que já defendeu o Milan, a estrutura do alviverde se iguala a dos clubes europeus mais poderosos.

"Tive várias ofertas de clubes da Série A [italiana], de clubes espanhóis, mas o Palmeiras sempre esteve lá e me deu muita confiança", falou Gómez, em entrevista ao jornal Última Hora, do Paraguai.

"Falei com alguns companheiros que jogaram no Palmeiras. Lucas Barrios foi um dos que me disseram que era como estar na Europa e não mentiu. O Palmeiras tem nível europeu, estrutura similar ou melhor do que a de clubes europeus. Assemelha-se ao Milan", acrescentou.

Gómez fica no Palmeiras até o dia 30 de junho do ano que vem, mas a renovação do atleta com o time paulista será automática caso o defensor atue em pelo menos 50% dos jogos no período.

A diretoria palmeirense pagou 1,5 milhão de euros (cerca de R$ 6,7 milhões atualmente) pelo empréstimo do atleta, cedido pelo Milan. Os direitos econômicos do zagueiro estão fixados em 4,5 milhões de euros (cerca de R$ 20 milhões).

"No futebol europeu, eu aprendi muito, conheci pessoas de sucesso no futebol, foi um aprendizado muito bom. Mas digo que tomei a melhor decisão quando optei pelo Palmeiras", completou o camisa 15 do Palmeiras.

TORNEIO

Em pouco tempo na nova casa, Gustavo Gómez se entrosou, está entre os nomes cotados para serem titulares em 2019 e já conquistou um título brasileiro. A competição é, na avaliação do beque paraguaio, uma das mais difíceis do planeta.

"Ganhar o Brasileirão é muito difícil, meus companheiros me alertaram quando cheguei ao Palmeiras. Porque são muitos participantes, viaja-se muito, as partidas fora de casa te fazem se sentir realmente como visitante. E os torneios se sobrepõem, tivemos paralelamente a Copa do Brasil e a Libertadores", afirmou.

O jogador diz que levantar a taça do Nacional foi de extrema importância para sua vida profissional. A conquista foi devidamente celebrada.

"Foi o título que eu mais desfrutei, por diferentes razões. Talvez porque as pessoas no Brasil vivem de maneira diferente e também tive mais tempo para festejar. Antes, tinha outros compromissos imediatos."



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