Quarta feira, 12 de dezembro de 2018 Edição nº 15115 07/12/2018  










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Boca e River com planos diferentes

Da Uol/Folhapress – São Paulo

O Boca Juniors fará questão de reencontrar seu torcedor antes de viajar para o Mundial de Clubes caso seja campeão da Taça Libertadores, que terá o segundo jogo das finais no domingo, às 17h30 (de Brasília), em Madri, na Espanha.

De acordo com a TNT, a logística do clube prevê um retorno para a Argentina antes de viajar para os Emirados Árabes, palco da disputa da competição internacional.

A ideia do River Plate é diferente. Caso conquiste o torneio continental, os comandados de Marcelo Gallardo devem continuar na capital espanhola por mais uns dias antes de viajarem para os Emirados Árabes.

A final da Libertadores foi levada para o Santiago Bernabéu, estádio do Real Madrid, depois do adiamento do segundo jogo, inicialmente marcado para o dia 24 de novembro, no Monumental de Núñez, na Argentina. Na ocasião, o ônibus do Boca Juniors foi alvo de ataques de torcedores do River Plate e a partida foi adiada.

"Sinto-me privilegiado por participar da primeira final da história da Libertadores entre Boca e River em Madri. Acredito que as autoridades e as pessoas encarregadas garantirão a segurança. Os torcedores do Boca tiveram um dia para comprar os ingressos e esgotaram. É um clássico mundial", disse o vice-presidente do Boca, Rodolfo Ferrari, em entrevista ao programa espanhol "Chiringuito de Jugones".

BARRADO

A polícia da Espanha impediu a entrada de Maximiliano Mazzaro, barra brava do Boca Juniors, no país na manhã de. O torcedor viajou para tentar assistir à final da Copa Libertadores e está detido no aeroporto de Barajas, em Madri.

As autoridades espanholas foram informadas pelo governo argentino dos antecedentes criminais de Mazzaro e decidiram barrá-lo. Ele deverá retornar à Argentina ainda nesta quinta.

"A polícia espanhola considerou que o barra brava Maximiliano Mazzaro é perigoso para a segurança e foi expulso. Todo barra que viajar com antecedentes de homicídio será deportado pela Espanha", disse Guillermo Madero, diretor nacional de segurança para espetáculos esportivos da Argentina.

"Uma coisa é que possam sair do país (Argentina), outra é que possam entrar aqui [na Espanha]", afirmou o porta-voz da política espanhola, Serafín Giraldo.

Mazzaro foi preso em 2013 acusado de envolvimento na morte de Ernesto Cirino, após uma discussão da vítima com um vizinho. Este vizinho teria reclamado com Cirino sobre as fezes de seu cachorro e chamou Mauro Martín, ex-chefe da La 12, principal organizada do Boca, que o teria golpeado acompanhado de Mazzaro e mais duas pessoas.

Na época, o barra brava também se desentendeu com Rafael Di Zeo, outro ex-líder da La 12 e que também foi preso. Di Zeo conseguiu liberação da justiça argentina para viajar a Madri, mas também deve enfrentar resistência.

A possibilidade de encontros entre esses torcedores foi uma preocupação das autoridades de segurança espanhola, que contam com a colaboração do governo argentino para tentar frear todos os torcedores violentos que procurem viajar à Espanha.



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