Quarta feira, 14 de novembro de 2018 Edição nº 15099 09/11/2018  










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Cada voto para Mauro custou R$ 6,43

Cada voto para Wellington Fagundes foi de R$ 18,7 e R$ 17,4 para Pedro Taques


A eleição de Mauro Mendes ao governo de Mato Grosso custou R$ 5.404.622,17, destes ainda não foram pagos R$ 1,367 milhão
KAMILA ARRUDA
Da Reportagem

A eleição de Mauro Mendes (DEM) ao governo de Mato Grosso custou exatos R$ 5.404.622,17, próximo dos R$ 5,6 milhões permitidos pela Justiça Eleitoral. O custo de cada um dos 840.094 votos que elegeram Mendes foi de R$ 6,43. Inferior aos R$ 18,7 para cada voto do segundo colocado Wellington Fagundes (PR) e dos R$ 17,4 por cada voto dado ao terceiro colocado, Pedro Taques (PSDB).

Pela prestação de contas, junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Mauro Mendes já pagou R$ R$4.036.636,67 destas despesas, com a arrecadação de R$ 4.137.621,06. Portanto, o candidato eleito ainda deve R$ 1,367 milhão.

O maior gasto da campanha de Mendes foi com a produção de programas de televisão e rádio, que consumiu R$ 2,54 milhão. As empresas Antecipar Consultoria e Comunicação Estratégica, e a TR Produção de Som e Imagem, foram as que mais lucraram com Mendes neste ano. Cada uma recebeu R$ 875 mil para prestarem serviços ao democrata durante a campanha eleitoral. A Renca Agencia de Comunicação, por sua vez, aparece na terceira colocação no que refere-se a despesas. Ela recebeu R$ 500 mil.

Entre os gastos de Mendes ainda constam R$ 300 mil com advogado, R$ 336,2 mil com taxi aéreo, R$ 298 mil com gráfica e R$ 190 mil com serviços de contabilidade. Além destes gastos, a planilha de prestação de contas ainda apresenta 631 pagamentos a diversas pessoas físicas e jurídicas.

Entre os doadores de Mendes, o maior foi o Diretório Nacional do Democratas, com R$ 2,001 milhões. O segundo foi o vice-governador eleito, Otaviano Pivetta (PDT), com R$ 647 mil. O candidato Mauro Mendes dez uma doação de r$ 17 mil para a sua campanha.

O senador Wellington Fagundes declarou gastos de R$ 5.245.229,01, dos quais já pagou R$ 4.430.375,51. Os recursos recebidos pelo candidato que ficou com a segunda colocação no pleito de 7 de outubro perfazem R$ 4.764.765,50. Faltam ser pagos cerca de R$ 814,8 mil da campanha. Cada voto para Wellington Fagundes teve o custo de R$ 18,7.

O maior gasto de Wellington Fagundes também foi com o programa de radio e televisão, que consumiram R$ 1,68 milhão. O maior pagamento foi feito para a produtora Plano B, que recebeu R$ 380 mil.

O próprio candidato foi o maior doador de sua campanha ao gastar R$ 2,74 milhões. O diretório nacional do PR doou R$ 1,6 milhão para a campanha de Wellington Fagundes.

O terceiro colocado na eleição, o atual governador Pedro Taques foi o que menos gastou na campanha. Contratou R$ 4.750.938,66 em despesas, das quais pagou R$ R$ 2.404.475,05. Portanto, a dívida do candidato tucano é de R$ 2,3 milhões. Taques também foi o que menos arrecadou: R$ 2.548.075,00. O custo de cada um dos 271.952 votos que Taques recebeu foi de R$ 17,4.

O programa de radio e TV também foi seu maior gasto, consumindo R$ 2,004 milhões. A empresa Monkey, que produziu os programas, teve o maior recebimento da campanha R$ 933,7 mil.

O candidato Arthur Nogueira (Rede) recebeu R$ 14.972,00. Teve R$ 13.319,16 em despesas contratadas, das quais todas foram pagas. O custo de cada voto por ele recebido foi de 53 centavos.

Já Moises Franz (Psol) recebeu R$14.610,47 para sua campanha. Teve uma despesa de R$ 11 mil e também já saldou a dívida. Cada voto recebido por Franz custou R$ 0,74.

As informações foram disponibilizadas no portal DivulgaCand do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibilizar os dados na última quarta-feira (7).



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