Sexta feira, 18 de janeiro de 2019 Edição nº 15084 18/10/2018  










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MP pede prisão do cabo Gerson

Da Reportagem

O Ministério Público Estadual (MPE) requereu a prisão preventiva do cabo Gerson Luiz Ferreira Correa Junior, pivô do esquema que ficou conhecido como “grampolândia pantaneira”.



O pedido foi assinado pelo promotor Allan Sidney do Ó, com base em um documento fornecido por uma casa noturna da Capital, o qual comprova a violação de cautelares por parte do militar.



Desde que deixou o Centro de Custódia de Cuiabá em março deste ano, o integrante da Polícia Militar está sendo monitorado por meio de tornozeleira eletrônica, e está impedido de sair de casa no período noturno. As medidas foram impostas em sede de habeas corpus.



No entanto, documentos anexados aos autos do processo militar referente as interceptações telefônicas ilegais no âmbito da Polícia Militar de Mato Grosso,comprovam que ele foi à casa noturna Malcom Pub no dia 30 de agosto deste ano.



Além disso, Gerson ainda violou a tornozeleira eletrônica entre os dias 29 e 31 de agosto, consistente em carga baixa de bateria, descarregamento total da bateria e, ainda, ausência de sinal GPRS.



O próprio cabo confessou que foi a Casa Noturna, alegando que teria ido buscar sua esposa, após uma discussão que tiveram em casa.



O promotor, entretanto, lembra que está não é a primeira vez que o militar está envolvido em situações deste tipo. Ele cita o episódio em que o cabo teria ido à boate “Crystal Night Club”, enquanto cumpriaprisão preventiva.



“Não menos oportuno, ressalta-se que não é a primeira vez que o requerido tem seu nome envolvido nesse tipo de situação, pois, conforme noticiado à época por diversos sítios eletrônicos, jornalísticos,fora ele acusado de ter saído da sede do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), em que cumpria prisão preventiva, para ir a boate de shows eróticos em Cuiabá, chamada ‘Crystal Night Club’”.



O Cabo Gerson deixou a prisão em março deste ano após passar 10 meses preso. Ele é acusado de ser o principal operador do esquema dos grampos ilegais, que ficou conhecidocomo Grampolândia Pantaneira.



Cabe agora ao juiz militar Murilo Mesquita acatar ou não o pedido do Ministério Público.



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