Segunda feira, 22 de abril de 2019 Edição nº 15084 18/10/2018  










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Governador eleito visita presidente da Assembleia

Da Reportagem

A fim de obter o apoio para reequilibrar as finanças do Estado, o governador eleito Mauro Mendes (DEM) passa a visitar os representantes dos demais poderes do Estado. Na última terça-feira (16) ele se reuniu com o deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), presidente da Assembleia Legislativo.

“Foi uma reunião extremamente positiva. Foi uma conversa amena sobre o cenário de Mato Grosso, sobre as dificuldades, e falamos também sobre algumas alternativas que teremos que criar enquanto Executivo e Legislativo para ajudar a tirar Mato Grosso desse difícil momento”, frisou Mendes.

Na oportunidade, o democrata fez questão de lembrar que o Estado passa por grandes dificuldades financeiras e deve encerrar o ano com um déficit na ordem de R$ 4 bilhões.

"Nós temos hoje uma dura realidade no Estado. Está faltando dinheiro para comprar remédio, para pagar as UTIs, faltando dinheiro para mandar aos 141 municípios fazer Saúde, os salários dos servidores sendo pagos apenas no dia 10, os fornecedores também estão recebendo com atraso de meses", citou.

De acordo com ele, a gravidade da situação mostra a necessidade de se fazer uma redução das despesas do Poder Público. "As alternativas estão sendo estudadas e giram em torno da economicidade, de redução de despesas, para equilibrar as contas do Estado. Quando temos dificuldade, não adianta, temos que economizar. Tem que parar de gastar tudo aquilo que não seja estritamente necessário", disse.

Diante disso, Mendes garante que ira fazer sua parte no âmbito do Executivo e que pedirá para que os outros Poderes também façam o mesmo. "Vou pedir, vou solicitar, não vou brigar com ninguém, pois fui eleito também para pacificar essas brigas, mas eu vou pedir que todos os Poderes colaborem para nos ajudar a equilibrar as contas e fazer as mudanças que Mato Grosso precisa", reforçou.

A intenção de Mendes é reduzir o valor do duodécimo repassado aos Poderes anualmente. “Vou economizar, vou cortar na própria carne, vou cortar despesas, vou cartar cargos comissionados, vou cortar secretarias, vou fazer um grande esforço para que o Executivo gaste menos para ajudar Mato Grosso a sair da crise. Os outros Poderes, não posso mandar neles, mas posso pedir a eles, e mostrar que eles também têm o dever de contribuir com Mato Grosso”, disse o democrata.



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