Quarta feira, 14 de novembro de 2018 Edição nº 15083 17/10/2018  










TRANSPORTE INTERMUNICIPALAnterior | Índice | Próxima

Passageiros são pegos de surpresa com aumento de tarifa

Da Reportagem

Usuários do transporte coletivo intermunicipal entre Cuiabá e Várzea Grande foram pegos de surpresa, ontem, com o aumento da tarifa do serviço, resultado de um impasse entre a empresa União Transportes e a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager), que recorreu da determinação judicial. Enquanto isso, os passageiros reclamam da qualidade do transporte ofertado pela única concessionária.

A elevação do valor é resultado de uma decisão do juiz Marcio Aparecido Guedes, que atendeu pedido da União Transportes e concedeu decisão liminar suspendendo os efeitos da sessão regulatória da Ager do dia 31 de agosto, que havia reduzido a o valor da tarifa de R$ 4,00 para R$ 3,75.

Porém, a empresa optou por judicializar o caso. Na ação, afirmou que a seção regulatória que culminou na redução do valor da passagem "revestiu-se de equívocos e ilegalidades". Isto porque, conforme o pedido, houve diversas alterações no custo total dos serviços, que teriam sido ignorados pela Ager.

“Não estava sabendo do aumento. Mas, acho que não é justo por que os ônibus estão sempre lotados. O desconforto é grande. A gente não andar sentado e falta o ar condicionado”, disse a balconista Marilia Arruda, 32 anos, enquanto aguardava o ônibus em um ponto que fica na Praça Ipiranga, no Centro da capital.

Um levantamento da Agência de Regulação pontou que a empresa União Transportes faturou indevidamente cerca de R$ 1,2 milhões de dezembro de 2017 a setembro de 2018. O valor é referente aos R$ 4 cobrados mesmo depois da redução da frota. Apenas em setembro, depois de uma determinação da Ager, é que a passagem passou para R$ 3,75.

Nesta última segunda-feira (15), a Agência Estadual informou que recorreu da decisão judicial que elevou o valor da passagem. Conforme a Ager, a redução resultou do trabalho de regulação e fiscalização que compete a agência. O presidente da Ager Fábio Calmon conta que a empresa de transporte viário diminuiu a frota em oito veículos desde dezembro de 2017.

“Entendemos que não existe prejuízo financeiro a empresa que estava economizando com a manutenção desses veículos que não estão circulando. Na revisão percebemos também que o passageiro não foi prejudicado com a exclusão de linhas ou tempo de viagem, porém como o número de veículos impacta no valor da passagem entendemos que os usuários também devem se beneficiar”, frisou Calmon.



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