Segunda feira, 10 de dezembro de 2018 Edição nº 15067 22/09/2018  










GERALDO-ALCKMINAnterior | Índice | Próxima

Alckmin apoia carta, mas rejeita união

Alckmin negou, contudo, que vá fazer qualquer tentativa de negociação com Alvaro Dias e Henrique Meirelles para que desistam de suas candidaturas em seu favor

ARQUIVO
Depois do apelo por união feito por FHC, aliados de Geraldo Alckmin dispararam manifesto lançado pelos intelectuais
Da Folhapress – São Paulo

Em entrevista no Recife (PE), o candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmou concordar plenamente com a carta do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) pedindo a união de candidatos de centro em torno do nome mais viável.

Alckmin negou, contudo, que vá fazer qualquer tentativa de negociação com Alvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB) para que desistam de suas candidaturas em seu favor.

"Não vou procurar candidatos porque respeito, é legítimo que eles sejam. Mas a ideia é uma reflexão junto ao conjunto do eleitorado", disse ontem.

Sobre o conteúdo da carta de FHC, Alckmin o classificou como "uma reflexão sobre o momento político, dizendo os extremismos não vão ajudar o Brasil a sair da crise".

Seus principais alvos na reta final da campanha são o PT, representado por Fernando Haddad na disputa, e Jair Bolsonaro (PSL). Na pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira, Alckmin aparece com 9%, contra 28% do capitão da reserva e 16% do petista.

MANIFESTO

Depois do apelo por união feito pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), aliados de Geraldo Alckmin dispararam manifesto lançado pelos intelectuais tucanos Eliana Cardoso e Bolivar Lamournier em favor do candidato do PSDB.

"Apelamos a todos vocês - intelectuais, professores, profissionais liberais, cidadãos em geral - para que se unam a esse nosso esforço, endossando-o e ajudando a divulgá-lo. É nossa intenção enviá-lo com urgência à imprensa", escreveram os remetentes.

"Estamos vivendo um desses momentos em que os líderes precisam se colocar acima de suas ambições pessoais e pensar no bem público", pregam.

"A tarefa exige que os candidatos do centro, Alckmin, Marina, Alvaro Dias, Amoedo e Meirelles se encontrem e coloquem seus votos a favor do candidato que entre eles tem a maior chance de evitar uma tragédia. No momento este nome é Alckmin."

Para os acadêmicos, "Bolsonaro e Haddad conseguem explorar a indignação do eleitor brasileiro", mas oferecem risco à estabilidade democrática do país.

"Para os brasileiros desesperados por se verem livres de traficantes de drogas, assassinos e políticos corruptos, Bolsonaro se apresenta como o anti-Lula. Se enfrentar Fernando Haddad, muitos eleitores de classe média e alta, que culpam Lula e o PT acima de tudo pelos problemas do Brasil, podem ser convencidos por suas visões autoritárias", argumentam.

"Já sofremos muito com políticas autoritárias. O senhor Bolsonaro tem poucos aliados políticos e, para governar, poderia degradar ainda mais a política. Para que o eleitor não caia nas mãos de políticos extremistas, os candidatos do centro precisam se unir."

Na pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira (20), Alckmin aparece com 9%, contra 28% de Jair Bolsonaro (PSL) e 16% de Fernando Haddad (PT).



Anterior | Índice | Próxima

Comentários Deixe aqui sua opinião sobre esse assunto




18:45 Neurilan Fraga é reeleito para comandar a AMM
18:45 Seis advogados disputam vaga de juiz titular do TRE
18:45 DEM se reúne com Mauro Mendes na próxima semana
18:44 Taques regulamenta mudanças no Prodeic
18:42 Governo define escalonamento até segunda-feira


18:14 Festa da literatura mato-grossense
17:52 MP pede reprovação das contas da deputada Janaína
17:52 BOA DISSONANTE
17:51 Juízes e delegados globalizados
17:50 Desserviço
Cuiabá
Min: 18°
Max: 36°

TOPO | PRIMEIRA PÁGINA | ÚLTIMAS NOTÍCIAS | POLÍTICA | ECONOMIA | CIDADES | POLÍCIA | ESPORTES
BRASIL | MUNDO | DC ILUSTRADO | CUIABÁ URGENTE | EDITORIAIS | ARTIGOS | AZUL | TEVÊ | E-MAIL
Diário de Cuiabá © 2018