Quarta feira, 12 de dezembro de 2018 Edição nº 15065 20/09/2018  










JOANICE DE DEUSAnterior | Índice | Próxima

Por um trânsito seguro

Pelos próximos dias, diversas atividades estarão sendo realizadas por todo o país em comemoração à Semana Nacional do Trânsito (18 a 25 deste mês). A data é uma das formas encontradas pelas autoridades públicas para reforçar a conscientização social sobre os cuidados básicos que todo o motorista e pedestre devem ter ao circularem pelas ruas e avenidas de uma cidade.

Afinal, as irregularidades cometidas são inúmeras, consequentemente, os acidentes e as mortes. Em Cuiabá, por exemplo, dados das autoridades públicas mostram que a principal infração registrada é transitar em velocidade superior a permitida, seguida do avanço semafórico. Após vem estacionar em local e horário proibido, estacionar na calçada, não usar cinto de segurança e segurar ou falar ao celular.

Imprudências que levam aos sinistros e às vítimas fatais. Em Mato Grosso, por exemplo, neste ano já são mais de 340 sinistros com óbitos, contra 324 contabilizados no mesmo período do ano passado. Diante de números como estes, o tema definido pelo Conselho Nacional de Transito (Contran) para a campanha deste ano é “Nós somos o trânsito”.

Isso significa dizer que cada cidadão, individualmente, precisa fazer sua parte para reduzir os índices preocupantes e que refletem o trânsito caótico e horrível, que existem em Cuiabá e Várzea Grande. Nas duas cidades, tem que ter muita paciência e cautela, porque é sempre muito estressante. Mas, se todo mundo fizesse sua parte, estaria muito melhor e todos se sentiram menos inseguros.

Ao mesmo tempo, as autoridades públicas também poderiam colaborar e investir mais em sinalização, como as faixas de pedestres. Moro em Várzea Grande e por lá, a falta de travessias para os transeuntes é uma situação lastimável. Exemplo disso é a Avenida da Feb.

Quero lembrar ainda que existem algumas regras para a utilização do trânsito que, mais do que serem leis, são atitudes, muitas vezes simples, que contribuem com a boa convivência no trânsito. Aliás, uma ação simples a ser praticada pelos condutores é respeitar o pedestre.

Não se pode esquecer que, fora de seus veículos, todos são pedestres e, em algum momento, contarão com a consideração dos condutores. Porém, é preciso lembrar que as faixas de segurança são os melhores lugares para cruzar as ruas e tentar garantir o respeito dos motoristas.

Assim, muitas vidas seriam poupadas se todos colocassem em prática o que todos sabem. Afinal, é essencial o emprego de atitudes de respeito, precaução e responsabilidade no trânsito, para que as estatísticas alarmantes de acidentes nas estradas possam mudar e para que todos possam trafegar ou transitar com tranquilidade e segurança.



JOANICE DE DEUS é repórter

joanice@diariodecuiaba.com.br



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