Quarta feira, 14 de novembro de 2018 Edição nº 15061 14/09/2018  










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Sem Selma, Nilson pede voto para Jayme Campos

Da Reportagem

Após ser abandonado pela ex-colega de chapa, Selma Arruda (PSL), o candidato ao Senado Nilson Leitão (PSDB) decidiu pedir votos para o também candidato Jayme Campos (DEM), que está numa coligação em oposição a de Leitão.

“Existe aquele discurso de: ‘sou o novo’. O novo tem que ser vereador, deputado, outra coisa. Senador, não. Mato Grosso tem oito deputados federais, São Paulo tem 70. Mato Grosso tem 3 senadores e São Paulo também. Então, lá vai ser de igual pra igual. Vamos brigar por Mato Grosso juntos. Quem gritar mais alto, quem tiver mais conhecimento, quem tiver mais café no bule vai ganhar, vai convencer. E é isso que queremos fazer. Por isso peço a vocês pra Senado: Jayme 251 e Nilson Leitão 456”, disse Leitão durante discurso em um evento partidário.

Nilson Leitão integra a coligação ‘Segue em Frente Mato Grosso’, liderada pelo governador e candidato à reeleição, Pedro Taques (PSDB). Já Jayme Campos está ao lado do candidato ao Governo, Mauro Mendes (DEM), na coligação ‘Pra Mudar Mato Grosso’.

Leitão também distribui farpas para Selma, que tenta passar a imagem de ser o ‘novo’ na política.

“Existe aquele discurso de: ‘sou o novo’. O novo tem que ser vereador, deputado, outra coisa. Senador, não. Mato Grosso tem oito deputados federais, São Paulo tem 70. Mato Grosso tem 3 senadores e São Paulo também. Então, lá vai ser de igual pra igual”, disse.

Até poucos dias, Nilson Leitão tinha como parceria de chapa a ex-juíza Selma Arruda, que também pleiteia uma vaga ao Senado. Ela, no entanto, decidiu seguir sua candidatura de forma independente. Uma das alegações é de que ela não estaria confortável no palanque dos tucanos.

O motivo, segundo ela, é o fato de Leitão e Taques serem citados nas delações do empresário Alan Malouf e do ex-secretário Permínio Pinto, sobre esquema de fraudes em licitações da Seduc.

Selma também revelou insatisfação com o fato de a coligação não ter dividido ao meio o tempo de propaganda eleitoral reservado aos candidatos ao Senado pela chapa.



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