Sábado, 22 de setembro de 2018 Edição nº 15059 12/09/2018  










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Parou a enganação, afirma Alckmin

THAIS BILENKY
Da Folhapress – São Paulo

O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, afirmou ontem que, ao oficializar Fernando Haddad na chapa do PT, "parou a enganação".

"É inacreditável o que o PT fez esse tempo todo sabendo que o Lula não seria candidato com dois objetivos: o primeiro é vitimização e o segundo é proteger o Haddad", disse.

Ao comentar a viabilidade de Haddad, o tucano afirmou que "não tem adversário difícil nem fácil. O que todo candidato tem que fazer é dialogar com o eleitor. É uma campanha fria no Brasil inteiro e para todo mundo. De grande desencanto e que, portanto, o interesse pela eleição vai ser crescente daqui pra frente".

CIRO GOMES

Em caminhada no centro de Taboão da Serra, na Grande São Paulo, o candidato Ciro Gomes, do PDT, disse que o PT manipula o povo para lançar uma candidatura "que talvez tenha dificuldades para interpretar com fidelidade aquilo que o Brasil precisa agora, um rumo firme e seguro que consiga livrar o Brasil da confrontação entre coxinhas e mortadelas".

"O Brasil está passando por um trauma muito grande e infelizmente a cúpula do PT, sabendo que o deslinde de tudo isso seria isso a que vamos assistir hoje, incitou pesadamente frações importantes do nosso bom povo que tem gratidão ao Lula, para tentar manipular esse sentimento", ele disse antes de caminhar cerca de 50m, tomar uma água de coco de um vendedor na praça Luiz Gonzaga, e ir embora.

"Lula e eu apoiamos Haddad na prefeitura para sua reeleição e tivemos uma decepção profunda porque Haddad não só perdeu para Doria, que é um grande farsante, mas perdeu para nulos e brancos. Isso não desqualifica Haddad, pessoa por quem tenho estima e respeito,mas lançado nessa circunstância ele sai muito fragilizado", completou sobre o ex-prefeito de São Paulo.

"Eu fui convidado para exercer esse papelão, candidato a vice de araque, para amanhã ser escolhido na frustração do povo pela não candidatura de Lula", disse.

Ciro disse ainda estar satisfeito com as pesquisas que, embora retratem o momento, são resultado de seu trabalho, segundo ele, "de 13, 14 horas por dia". Ele falou ainda a jornalistas sobre a implantação de um sistema único de segurança pública e sobre a capacitação das delegacias no atendimento às mulheres vítimas de violência.

MARINA SILVA

A presidenciável Marina Silva (Rede) afirmou ontem que abandonou a defesa de independência do Banco Central, defendida em 2014, porque esta não era uma proposta sua, mas sim do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), morto durante a última campanha eleitoral.

Marina assumiu a candidatura do PSB naquele ano e defendeu a autonomia do BC. A proposta foi alvo de ataques da campanha de Dilma Rousseff (PT) -o que para muitos motivou sua saída do 2º turno naquela eleição.

"Ela estava no meu programa quando Eduardo morreu. Foi uma decisão dele de acatar uma sugestão do Marcos Lisboa. Agora que eu tenho meu próprio programa de governo não tinha porque estar comprometida com ela", disse Marina, que voltou a defender a autonomia operacional do banco como em 2010.



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