Sexta feira, 16 de novembro de 2018 Edição nº 15058 11/09/2018  










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Wellington já arrecadou R$ 1,6 milhão

Pedro Taques já arrecadou R$ 1,5 milhão e Mauro Mendes já tem R$ 1,3 milhão

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Wellington Fagundes é o candidato que mais arrecadou e também o que mais gastou na campanha eleitoral
KAMILA ARRUDA
Da Reportagem

O senador Wellington Fagundes (PR) é o campeão em arrecadação e gastos dentre os cinco postulantes ao Governo do Estado no pleito deste ano. O republicano está se empenhando com o intuito de levar a eleição para o segundo turno.

Para tanto, ele tem contado com o apoio da Executiva Nacional de sua legenda. O republicano já recebeu R$ 1,6 milhão em doação de seu partido. Até o momento, as receitas apresentadas pelo senador dizem respeito a doação partidária e ainda R$ 15 mil que ele tirou do próprio bolso. No total, Fagundes já arrecadou R$ 1,615 milhão.

Fagundes também é o candidato que mais gastou até o momento. O republicano já contratou pouco mais de R$ 2,1 milhões em despesas, das quais R$ 989 mil estão quitadas.

As maiores despesas são com produção de programas de TV e rádio. O senador já investiu R$ 1,5 milhão neste quesito. Além disso, ele também contabiliza gastos com serviços prestados por terceiros no montante de R$ 270 mil, locação/cessão de bens imóveis no valor R$ 106 mil, e R$ 99 mil em publicidade por adesivos.

O candidato Mauro Mendes é o segundo com maior volume de gastos. Ao todo, o democrata contratou R$ 1,6 milhão em despesas e já arrecadou R$ 1,3 milhão.

No rol de doadores de campanha do ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM), há figuras conhecidas. Além de ele próprio ter desembolsado R$ 17 mil, o democrata ainda recebeu doação de sua esposa, Virgínea Mendes, no valor de R$ 17 mil.

Outros que também já contribuíram foram os ex-secretários de Cuiabá durante a sua gestão, Serafin de Barros e Thiago frança, doando R$ 6,3 mil e R$ 2,05 mil, respectivamente.

Fora isso, ainda teve uma contribuição generosa do candidato a vice na chapa de Mendes. O ex-prefeito de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta (PDT) doou R$ 300 mil para a campanha.

Já a Executiva Nacional do DEM destinou até o momento apenas R$ 1 milhão para o candidato. No total, Mendes apresenta uma receita de R$ 1,394 milhão.

No que tange a despesa, o montante está em R$ 1,6 milhão, sendo que R$ 1,2 milhão já estão pagos. O maior investimento feito pelo democrata até o momento é com a produção de programas de rádio e TV, R$ 800 mil.

O governador Pedro Taques (PSDB), que busca a reeleição em outubro, também recebeu uma forte contribuição de sua legenda. Em contrapartida, é o único, dentro os três principais candidatos ao Governo do Estado, que não fez doação a si mesmo.

A Executiva Nacional do PSDB já encaminhou R$ 1,2 milhões em doação para o gestor tucano aplicar em sua campanha à reeleição. Além disso, ele também recebeu doações de várias pessoas físicas totalizando uma receita de R$ 1,517 milhão até o momento.

A sua despesa, por sua vez, gira em torno de R$ 570 mil. Assim como os adversários, os maiores gastos do gestor tucano são relativos à produção de programas de TV e rádio, R$ 220 mil.

Dentre os cinco postulantes ao comando do Palácio Paiaguás, o candidato do PSol Moisés Franz é o único que está com a sua prestação de contas incompleta. Ele apenas apresenta uma receita de R$ 4 mil, oriunda de doação da Direção Estadual de seu partido. As despesas, até o momento, não foram especificadas.

O candidato do Rede Arthur Nogueira, por sua vez, informou ter arrecado R$ 14,9 mil para a campanha eleitoral, e gasto R$ 1,01 mil.

O prazo para que os partidos políticos e candidatos enviassem à Justiça Eleitoral prestação de contas parcial de campanha terminou no último domingo (09).

As informações são repassadas de forma eletrônica por meio do Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE). Na prestação parcial deve constar o registro da movimentação financeira e/ou estimável em dinheiro, ocorrida desde o início da campanha até o dia 8 de setembro.

A determinação está prevista no artigo 28, § 4º, inciso II, da Lei nº9.504/1997. Ela deve ser realizada, obrigatoriamente, por todos os partidos políticos e candidatos.

Os candidatos que renunciarem à candidatura, os substituídos ou os que tiveram registro indeferido pela Justiça Eleitoral também devem prestar contas à Justiça Eleitoral, neste caso, em relação ao período em que participou do processo eleitoral.

Já a prestação de contas final deve ser feita até o 30º dia posterior às eleições, para todos os candidatos que não concorrerem ao segundo turno e para os partidos políticos, incluídas as contas dos respectivos comitês financeiros.

Havendo segundo turno, as contas referentes aos dois turnos deverão ser prestadas até o 30º dia posterior à sua realização. Após o prazo para a prestação de contas final, quem não o tiver feito será notificado, em até cinco dias, para prestá-la em até 72 horas, sob pena de ter as contas julgadas como não prestadas.



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