Domingo, 23 de setembro de 2018 Edição nº 15058 11/09/2018  










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Polícia requisita exame de DNA para comprovar identidade

Da Reportagem

A Polícia Civil requisitou exame de confronto de DNA das duas ossadas humanas, encontradas no início da tarde da última quinta-feira (06), em uma propriedade rural, na estrada Coxipó Mirim, após o Bairro Brasil 21, em Cuiabá.

As suspeitas é de que as ossadas podem estar relacionadas às mortes do mototaxista Reinaldo Ribeiro de Barros e de Rubens Eloy da Silva. As vítimas foram decapitadas em fevereiro deste ano por membros de uma facção criminosa. Os restos mortais foram localizados por um senhor, contratado para roçar o terreno.

Os parentes dos dois homens devem fazer exames de DNA para comprovar a identidade das vítimas. No terreno, também foi localizada uma carteira com um boletim de ocorrência de extravio de documento em nome de Reinaldo Barros, conforme informações da Polícia Civil.

A equipe de local de crime entrou em contato com a equipe que investiga as duas mortes, que subsidiou a ação com informações e vídeos da execução. “Em análise das circunstâncias, foi cogitado que as vestimentas e assessórios poderiam ser das vítimas Reinaldo e Rubens, sendo requisitadas as perícias devidas, inclusive exame de confronto de DNA”, informou a PC. As ossadas foram enviadas ao Instituto Médico Legal (IML) da capital.

A execução dos dois homens teria sido a mando de uma facção criminosa, tendo como motivação a morte da grávida, Viviane da Silva Ângelo, de 18 anos, cuja autoria foi atribuída a Reinaldo Barros e Rubens da Silva.

Na ocasião, um vídeo foi gravado mostrando as vítimas sendo decapitadas ainda com vida. O corpo da jovem foi encontrado no dia 18 de fevereiro, na Ponte de Ferro, na capital.

Reinaldo Barros, que é mototaxista, foi chamado para atender a jovem disse que a pegou no Bairro Jardim Vitória, de onde a levou para a estrada da Ponte de Ferro, em um bar. Em depoimento à Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investiga o caso, ele disse que há seis meses prestava serviço de mototáxi para a vítima. A jovem também teria sido agredida por um homem quando desceu da motocicleta. O resultado do exame de necropsia de Viviane Ângelo apontou que a causa da morte dela foi traumatismo craniano causado por golpes sofridos na face e no crânio.

A morte de Reinaldo Barros foi atribuída a Kelves Gonçalves da Silva, o “Kelvinho”, 28 anos, que morreu também em fevereiro passado, em um confronto com a polícia. Kelvinho era procurado por participar do sequestro da empresária Milene Falcão Ewbank, em novembro do ano passado.



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