Terça feira, 20 de novembro de 2018 Edição nº 15057 07/09/2018  










CESTA BÁSICAAnterior | Índice | Próxima

Cuiabá acumula a 6ª maior inflação do país até agosto

MARIANNA PERES
Da Reportagem

Cuiabá acumula até agosto a 6ª maior inflação da cesta básica no país, 2,36%, conforme dados divulgados ontem pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). No mês passado, o conjunto de alimentos essenciais atingiu R$ 385,61 na Capital.

Na comparação com os valores de julho, a cesta cuiabana reduziu 0,73%. O movimento de queda foi registrado em outras 16 capitais no mesmo período. Em Cuiabá foram destaques as reduções mensais de preços observadas na batata, -20,80%, e na banana, -5,01%.

Os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, do Dieese, mostram que no ranking das capitais do país, a cesta básica cuiabana teve o 8º maior valor e o 2º do Centro-Oeste, atrás da de Brasília, R$ 385,62. Campo Grande vem na sequencia com média de R$ 364,66 e Goiânia, R$ 362,47.

No país, segundo o Dieese, as reduções mais expressivas foram registradas em Porto Alegre (-3,50%), João Pessoa (-3,36%) e Salvador (-3,02%) e as variações positivas, em Florianópolis (3,86%), Manaus (1,41%) e Aracaju (0,01%).

A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 432,81), seguida pela de Florianópolis (R$ 431,30), Porto Alegre (R$ 419,81) e Rio de Janeiro (R$ 417,05). Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 311,92) e São Luís (R$ 329,42).

Em 12 meses, entre agosto de 2017 e 2018, os preços médios da cesta caíram em 13 cidades, com destaque para as taxas de São Luís (-6,51%), Goiânia (-6,29%) e Salvador (-6,08%). Nas outras sete capitais, os valores médios aumentaram. As maiores altas foram as de Campo Grande (2,70%) e Cuiabá (2,57%).

Nos primeiros oito meses de 2018, seis capitais acumularam taxa negativa, com destaque para Porto Alegre (-1,62%), Salvador (-1,49%) e São Luís (-1,41%), outras 14 mostraram aumento, com variações entre 0,49%, em Goiânia, e 3,79%, em Curitiba.

Com base na cesta mais cara, que, em agosto, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.



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