Sexta feira, 16 de novembro de 2018 Edição nº 15057 07/09/2018  










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Suspeito já foi filiado ao PSOL

RANIER BRAGON
Da Reportagem

Suspeito de ter esfaqueado Jair Bolsonaro (PSL), Adelio Bispo de Oliveira, 40, foi filiado ao PSOL de Uberaba (MG) de 2007 a 2014, segundo relação de filiados políticos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

De acordo com esses registros, ele pediu desfiliação há quatro anos e não consta ter aderido a outra sigla.

Em sua página no Facebook ele tem várias postagens críticas a Bolsonaro. Há também fotos contrárias a Temer.

Juliano Medeiros, presidente nacional do PSOL, afirmou não ter conhecimento sobre a filiação, mas que ainda está se inteirando do assunto. O partido divulgou nota condenando o ataque a Bolsonaro.

SEGURANÇA

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), vítima de um ataque em Juiz de Fora (MG) ontem, foi um dos primeiros candidatos à Presidência a pedir à Polícia Federal, ainda no começo da campanha eleitoral, a segurança prevista em lei.

Os candidatos é que solicitam a segurança da PF, de acordo com os eventos de que precisam participar.

Segundo a PF, nem todos os candidatos têm o costume de pedir o apoio dos policiais federais.

A segurança proporcionada pela PF aos candidatos é assegurada em lei e cumprida por uma coordenação de defesa institucional vinculada à diretoria-executiva da direção geral da PF em Brasília.

Em nota nesta quinta-feira (6), a PF confirmou que Bolsonaro utilizava segurança da PF no momento em que foi atacado por um homem armado com uma faca em Juiz de Fora.

OAB

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) emitiu uma nota repudiando o ataque a faca contra o candidato à Presidência da República pelo PSL Jair Bolsonaro.

Veja a íntegra da nota: "A Ordem dos Advogados do Brasil manifesta repúdio ao ato de violência praticado contra o candidato Jair Bolsonaro. A democracia não comporta esse tipo de situação.

A realização das eleições em ambiente saudável depende da serenidade das instituições e militantes políticos. O processo eleitoral não pode ser usado para enfraquecer a democracia.

Neste momento, cabe a reflexão a respeito do momento marcado por extremismos, por discursos de ódio e apologia à violência. Tudo isso apenas estimula mais violência, numa situação que prejudica a todos.

A OAB acompanha atenta o desdobramento desse fato. É preciso que todas as forças políticas possam participar do pleito e que os eleitores tenham assegurado o direito à livre escolha."



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