Sexta feira, 16 de novembro de 2018 Edição nº 15056 06/09/2018  










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MT fecha semestre com retração de 3%, a única do Centro-Oeste

Da Reportagem

Mato Grosso foi o único estado do Centro-Oeste a fechar o primeiro semestre do ano com saldo negativo no volume de abertura de novas empresas. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, foram 23.222 empreendimentos de janeiro a junho de 2018, o que representa uma queda de 3% na comparação anual. Para se ter uma idéia da contramão do resultado, no país a variação anual foi de 10,5%.

Ainda conforme o levantamento da Serasa, apenas quatro estados ficaram com resultado negativo na comparação entre os semestre, entre eles está Mato Grosso.

No ranking por estados, apesar de São Paulo ter a maior representatividade – 28,8% do total – o Distrito Federal, que representa 2,2%, teve o maior crescimento (17%) no primeiro semestre do ano, na comparação com o mesmo período de 2017. Já o Amapá teve a maior queda no período (-13,3%). Também tiveram declínio os estados do Pará (-9,4%), Tocantins (-4,5%) e Mato Grosso (-3,0%), com participação no volume do país de 1,8%.

Dentro do Centro-Oeste houve registros positivos para Goiás com mais 46 mil nascimentos e expansão anual de 9,1% e para Mato Grosso do Sul com 17,18 mil novas empresas abertas no primeiro semestre, avanço de 7,4% ante o mesmo momento de 2017.

O Sudeste e o Sul, conforme a Serasa, estão empatados com o maior crescimento (12,9%) no número de novos CNPJs. O Centro-Oeste avançou 7,9% e o Nordeste, 6,9%. Já o Norte apresentou queda de 4,6%.

No país foram 1.262.935 de novas empresas registradas no primeiro semestre de 2018, o maior número para o período desde 2010, quando teve início a série. Na comparação com o primeiro semestre de 2017 (1.142.641), o aumento foi de 10,5%. Do total de empreendimentos criados de janeiro a junho deste ano, os Serviços de Alimentação aparecem em primeiro lugar, com 8,1%. Na sequência, estão os Serviços de Higiene e Embelezamento Pessoal (7,6%), Reparos e Manutenções de Prédios e Instalações Elétricas (7%) e Comércio de Confecções em Geral (6,4%).

Somente em junho de 2018, o país contabilizou 156.460 novos microempreendimentos, o que apontou crescimento de 7,2%, em relação ao mesmo mês de 2017 (145.946), e queda de 14,3% diante do número apurado em maio de 2018 (182.552).

Segundo os economistas da Serasa Experian, este maior resultado no nascimento de empresas no primeiro semestre desde 2010 sinaliza os efeitos do “empreendedorismo por necessidade” – fenômeno associado ao comportamento abaixo do esperado na recuperação da economia brasileira, com a lenta reversão da taxa de desemprego e da retomada de mais vagas formais de trabalho. Nesse contexto, os serviços de alimentação se destacam entre os ramos de atividade que mais motivaram a formalização, muitas vezes por conta da grande aceitação dos produtos ofertados e da sua representatividade no cotidiano de consumo das pessoas.

Nos seis primeiros meses do ano, o Brasil atingiu a marca de 1.033.017 de MEIs formalizados, o que corresponde a 81,8% das 1.262.935 de companhias criadas no país. (MP)



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