Quinta feira, 20 de setembro de 2018 Edição nº 15056 06/09/2018  










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Savi perde 90% dos bens em 4 anos

Da Reportagem

Apesar das complicações com a Justiça, o deputado estadual Mauro Savi (DEM) irá buscar a reeleição em outubro. O democrata afirma que quer poder continuar trabalhando por Mato Grosso.

“A pessoa Lula foi condenada em segunda instância e tem 39% dos votos ou de aprovação eleitoral. No caso, eu não fui condenado e tenho o direito da candidatura. Quem vai me julgar é o eleitorado; é a urna e eu respeito isso como respeitei sempre”, afirmou.

No que tange a questão jurídica, Savi garante estar tranquilo e acredita não ter nenhum impedimento para participar do pleito. “A questão de inelegibilidade, o que aconteceu, o que não aconteceu, essa questão está no Tribunal de Justiça. Eu respeito a decisão do TJ, mas isso me deu o direito de eu continuar trabalhando pelo estado de Mato Grosso, e esse direito com certeza vou saber nas urnas. Então, se as urnas me derem este quinto mandato, é porque eu posso ajudar muito mais o Estado”, disse o deputado em entrevista ao Resumo do Dia nesta terça-feira (04).

De acordo com ele, a sua insistência em disputar a eleição se dá por conta do apoio de sua base eleitoral. Savi afirma que, apesar de ter passado três meses preso e não ter conseguido registrar a sua candidatura dentro do prazo estipulado pela Justiça eleitoral, as suas lideranças não o abandonaram.

“As bases estão conversando comigo diariamente, e é isso que me dá tranquilidade e vontade de ir à reeleição, pelas pessoas que mantiveram compromisso comigo. Meu gabinete está cheio, pelo trabalho que eu fiz ao longo deste mandato. As pessoas tiveram muitas propostas para sair da minha base e não saíram, estão comigo até hoje. Isso me dá uma certeza grande de que eu tenho muito a ajudar o estado”, finalizou.

O deputado Mauro Savi passou três meses preso no Centro de Custódia de Cuiabá. Ele é acusado de ser um dos líderes do esquema criminoso que desviou cerca de R$ 30 milhões dos cofres públicos por meio de um contrato fraudulento firmado entre o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e a EIG Mercados Ltda.

O democrata ganhou a liberdade no último dia 23 por maioria do pleno do Tribunal de Justiça. O seu nome já consta na lista de candidatos no sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Savi declarou um patrimônio de apenas R$ 222,5 mil. O montante é 90% menor do que foi declarado pelo parlamentar na eleição de 2014. Na ocasião, o democrata declarou um patrimônio de R$ 2,2 milhões.

O pedido de registro de candidatura ocorreu após o Jeremias Prado dos Santos (DEM) ter desistido da disputa. Com isso, Savi solicitou autorização do partido para concorrer. Apenas Mauro Mendes (DEM), que disputa o governo do Estado e Jayme Campos (DEM), candidato ao Senado, votaram contra a candidatura de Savi.



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