Terça feira, 25 de setembro de 2018 Edição nº 15054 04/09/2018  










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Taques diz que tentou remediar briga entre Selma e Nilson

Da Reportagem

O governador Pedro Taques (PSDB), candidato à reeleição no pleito de outubro deste ano, garante que tentou mediar a “rixa” entre os candidatos a senadores de sua chapa, a juíza aposentada Selma Rosane de Arruda (PSL) e o deputado Nilson Leitão (PSDB).

“Eu respondo isso de forma muito clara e muito tranquila. Tentei mediar a situação entre a Drª Selma e o Nilson Leitão no tocando ao tempo de TV. Não consegui isso, mas ela entendeu por bem buscar um novo caminho e isso faz parte da democracia, cabe a mim apenas respeitar”, disse o governador.

Os postulantes a senatória entraram em conflito por conta do tempo de TV destinado a eles no horário eleitoral gratuito. A ex-magistrada queria que o tempo dos partidos da coligação fossem somados e divido igualmente entre eles, para que ambos tivessem o mesmo espaço para divulgar as suas propostas.

O parlamentar tucano, entretanto, não quis incluir os 46 segundos do PSDB no bolo. Ele queria que cada um ficasse com o tempo de seu partido, e o tempo reservado as demais agremiações da coligação fossem somados e divididos entre eles. Com isso, ele teria um maior tempo.

O fato foi o estopim para Selma Arruda, que na semana passada anunciou que tocará a sua campanha de forma independente, rompendo de uma vez com a chapa encabeçada por Taques.

Por conta disso, a candidata ao Senado acabou por ficar sem espaço algum na propaganda eleitoral no rádio e televisão. Nesta segunda-feira (3), a propaganda eleitoral gratuita contou com apenas seis candidatos ao Senado, sendo eles Jayme Campos (DEM), Procurador Mauro (PSol), Maria Lucia Cavalli (PCdoB), Carlos Fávaro (PSD), Adilton Sachetti (PRP) e o tucano Nilson Leitão.

Por conta disso, Selma garante que irá acionar a justiça para garantir o seu espaço no horário eleitoral. “Estou tomando as providencias judicias para garantir o meu direito a propaganda eleitoral, não apenas porque sou candidatada firma de Jair Bolsono, mas também por ser mulher tenho direito a 30% do tempo de TV e dele não abro mão”, disse a ex-magistrada em vídeo divulgado em aplicativo de mensagens.

De acordo com ela, a exclusão de sua mídia do horário eleitoral se deu de forma proposital pela coligação Segue em Frente Mato Grosso, encabeçada pelo atual governador. Para Selma, a atitude da agremiação tucana foi “ilegal e covarde”. “Isso tudo, porque declarei independência da candidatura daquelas pessoas que estão delatadas e acusadas de corrupção”, criticou.



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