Segunda feira, 12 de novembro de 2018 Edição nº 15054 04/09/2018  










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Não sou boboca e nem aliso bandido

ISABEL FLECK
Da Folhapress – São Paulo

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse, ontem, em sabatina promovida pela Folha de S.Paulo em parceria com o UOL e o SBT, que não faz parte "dessa esquerdinha boboca que fica alisando bandido" e que mandará prender empresários que estiverem praticando locaute em meio a greves.

Ciro deu a declaração ao ser questionado como trataria uma greve de caminhoneiros e as demandas do setor se for eleito. O candidato disse que, se for eleito, em seu governo "ninguém vai fechar estrada para impedir pessoas doentes de transitar, para impedir galinha de chegar viva".

Segundo ele, 70% dos que pararam na greve de maio não eram caminhoneiros, mas "empresários que usam a linguagem da greve para fazer locaute". "E esses daí a gente vai buscá-los no escritório de ar condicionado deles. Vai buscar com a Polícia Federal, e se for necessário, vou mandar prender", disse.

"Quem transgredir a lei vai preso, não tem conversa. Não sou dessa esquerdinha boboca, não, que fica alisando bandido", completou.

No fim de semana, uma nota assinada pela União dos Caminhoneiros do Brasil afirmava que haveria uma greve após o feriado.

O comunicado foi uma iniciativa isolada de um dos membros do grupo de WhatsApp, de acordo com o caminhoneiro Salvador Edimilson Carneiro, que administra o grupo de Facebook União dos Caminhoneiros do Brasil.

Ciro criticou ainda a política de preços da Petrobras, mas disse que não subsidiará o petróleo aqui.

"Como devemos cobrar esse petróleo? Pelo preço especulativo internacional ou pelo custo de produção aqui?", disse. "Eu não vou colocar dinheiro público para fazer um preço artificial. Eu vou garantir que a Petrobras vai cobrar todos os seus custos de produção, vai remunerar o seu imobilizado, vai remunerar o investimento e vai ter lucro em linha com as melhores práticas internacionais."

Na sabatina, o candidato defendeu sua proposta de refinanciamento para brasileiros que estão no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), dizendo que os bancos públicos não assumiriam a dívida no caso dos cidadãos que não pagarem as novas parcelas.



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