Terça feira, 13 de novembro de 2018 Edição nº 15053 01/09/2018  










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Jayme lembra que criou Unemat e Maggi pede voto para Sachetti

Da Reportagem

Os candidatos ao Senado Federal em Mato Grosso também estrearam os seus programas eleitorais nesta sexta-feira (31). Os postulantes a senatória utilizaram o espaço para se apresentar.

O primeiro a aparecer na propaganda foi o advogado Sebastião Carlos (Rede). Por conta do curto tempo, ele só teve a oportunidade de se apresentar e chamar o eleitor para conhecer as suas propostas por meio de suas redes sociais.

Em seguida, foi a vez do ex-governador Jayme Campos (DEM), que utilizou o programa para destacar a Universidade de Mato Grosso (Unemat), que foi criada durante a sua gestão como governador.

“A Unemat é o orgulho dos nossos educadores, mas vamos avançar mais, junto com Mauro no Governo, a ação que estamos implantando agora é trazer para jovens de Cuiabá e Várzea Grande os cursos da Unemat, a nossa universidade pública estadual”, afirmou.

Já o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) deu ênfase a sua passagem no Executivo Estadual na atual administração, mas também não deixou de contar um pouco sobre a sua trajetória de vida.

“Aprendi desde pequeno que o trabalho dignifica o homem. A vida me deu a oportunidade de representar o trabalhador rural por meio da presidência da Aprosoja, e pude entender o funcionamento da máquina pública como vice-governador e secretário”, disse.

O programa eleitoral da juíza aposentada Selma Arruda, entretanto, teve o tom mais elevado, onde ela fez questão de ressaltar a sua atuação à frente da 7ª Vara Criminal de Cuiabá. “Você com certeza já conhece a minha história. Sou Selma Arruda, a juíza que botou na cadeia os maiores bandidos Mato Grosso já viu. Além de combater a corrupção, sou uma pessoa como você. Não vivo de política, valorizo a família, Mato Grosso e Deus”, disse ela.

A ex-magistrada ainda utilizou o seu tempo para cutucar a coligação a qual faz parte, que tem o governador Pedro Taques (PSDB) como candidato a reeleição. “Sou Bolsonaro para presidente. Visite minha página no Facebook e saiba porque não querem que você conheça a minhas propostas e as de Jair Bolsonaro”.

A ex-reitora da UFMT, professora Maria Lúcia Neder (PCdoB) também deu ênfase a área da Educação, destacando a sua passagem pela Universidade Federal de Mato Grosso.

“Foi o estudo que me permitiu ser contratada aos 21 anos como professora da UFMT, onde também tive a honra de ser reitora por oito anos. Quero lutar pela valorização dos trabalhadores, pela retomada desenvolvimento econômico e justiça social”, relatou.

Em seguida, com poucos segundos a sua disposição, o Procurador Mauro (PSol) afirmou que quer ser o senador para “reconstrução de um grande poder, o poder do povo”.

Em contrapartida, o deputado federal Nilson Leitão (PSDB) foi um dos candidatos ao senado com maior tempo de propaganda eleitoral, e afirmou estar preparado para representar Mato Grosso no Senado Federal. “Foi uma longa caminhada, precisei enfrentar desafios, superar dificuldades e até injustiças. Nada caiu do céu, mas com muito trabalho trilhei um bom caminho. Isso me motiva a seguir trabalhando ainda mais. Aprendendo, subindo de grau por degrau. Me sinto preparado, pronto para representar Mato Grosso”, afirmou.

O deputado federal Adilton Sachetti (PRB) encerrou o horário eleitoral destinado aos candidatos ao Senado. Ele usou seu programa para contar sua história.

No entanto, o que chamou a atenção foi a participação do ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) que pediu voto ao amigo. “Temos a oportunidade de escolher dois senadores. Um eu gostaria que fosse Adilton Sachetti. Ele fez muito como prefeito de Rondonópolis, muito como deputado federal e tem condições de fazer um bom trabalho como senador”, disse o ministro.



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