Terça feira, 13 de novembro de 2018 Edição nº 15053 01/09/2018  










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Temer recua e adia reajuste para 2020

TALITA FERNANDES e BERNARDO CARAM
Da Folhapress – Brasília

O presidente Michel Temer voltou atrás e decidiu retirar do Orçamento de 2019 o reajuste dos servidores do Executivo.

A decisão foi tomada em reunião no Palácio do Planalto na manhã de ontem, prazo máximo para que o Executivo envie ao Congresso a proposta de Orçamento para o ano que vem.

SALÁRIO MÍNIMO

O governo federal elevou o salário mínimo para R$ 1.006,00 na proposta orçamentária para o ano que vem, que foi enviada na sexta-feira para o Congresso Nacional.

A lei de diretrizes e bases, aprovada pelo Congresso no primeiro semestre, trazia o valor do salário mínimo de R$ 998,00.

O projeto divulgado pelo Ministério do Planejamento manteve a estimativa de crescimento do PIB em 2019 em 2,5% e inflação em 4,5% para o ano que vem.

Ficou de fora do Orçamento o reajuste dos servidores do Executivo, que havia sido anunciado na quarta-feira pelo presidente Michel Temer.

A medida representa um recuo do governo devido à dificuldade em fechar as contas públicas. A previsão é de deficit de R$ 139 bilhões para o ano que vem.

O adiamento se deu diante da pressão da equipe econômica, que argumentava falta de espaço nas contas públicas para garantir salários maiores para os servidores. A estimativa do governo é de deficit de R$ 139 bilhões para o ano que vem.

Pelos cálculos do Ministério do Planejamento, o adiamento do reajuste dos servidores vai gerar uma redução de R$ 6,9 bilhões nos gastos do governo em 2019, abrindo espaço fiscal.

A proposta orçamentária para o ano que vem foi protocolada no Congresso Nacional na tarde de sexta e na próxima semana deverá haver uma cerimônia para oficializar o ato.

O Legislativo está em recesso informal devido ao período eleitoral, mas deve realizar sessão na primeira semana de setembro.



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