Quarta feira, 14 de novembro de 2018 Edição nº 15053 01/09/2018  










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Mato Grosso criou 5 mil novos empregos em julho

MARIANNA PERES
Da Reportagem

Mato Grosso foi o maior gerador de empregos do Centro-Oeste em julho. Conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, foram criados 5.186 postos com carteira de trabalho, a maior parte deles, ofertados pela agropecuária, indústria e construção civil.

Em julho, Mato Grosso contratou 33.888 pessoas, mas demitiu 28.702, movimentação que resultou na criação das mais de 5 mil vagas. Mato Grosso do Sul ofertou 788, Goiás 4.118 e o Distrito Federal eliminou 181, sendo o único da região a demitir mais do que admitir.

Os números de julho pesaram positivamente no acumulado do Estado. De janeiro até o mês passado, foram criadas 28.229 novas vagas formais, sendo o melhor saldo dos primeiros sete meses do ano desde 2013. Naquele ano, o resultado foi de 31.129 novas vagas.

Os números apresentados ontem pelo Caged mostram que das cinco mais importantes atividades econômicas de Mato Grosso, todas - Indústria, Comércio, Serviços, Agropecuária e Construção Civil - fecharam o período com oferta de novos postos. O destaque do mês foram as 2.875 vagas criadas no campo, as 1.020 na indústria e outras 779 na construção civil.

Cuiabá foi o maior gerador de empregos de Mato Grosso, em julho, ao ofertar 556 novas vagas, seguido por Primavera do Leste com 385, Sinop com outras 244 e Lucas do Rio Verde com 205.

O estado que mais gerou empregos em julho foi São Paulo, com a abertura de 15,3 mil postos. Em seguida, aparece Minas Gerais, com geração positiva de 10,3 mil novos postos de trabalho. No Pará, foram gerados 3,5 mil empregos formais. O Rio Grande Sul (-2.657), Rio de Janeiro (-1.001) e Pernambuco (-111) foram estados que registraram mais demissões do que admissões ao longo do mês.

BRASIL - O país fechou o mês de julho com a criação de 47.319 postos no mercado de trabalho, o melhor desempenho para este mês desde 2012, ano em que foram abertos mais de 142,4 mil empregos com carteira assinada.

Ao todo, no mês foram abertas 1.219.187 vagas, enquanto o número de demissões foi de 1.171.868, revertendo o resultado negativo apurado em junho, quando foram fechados mais de 600 postos formais de trabalho.

De janeiro a julho, o saldo de admissões e demissões segue positivo, com a abertura de 448,2 mil novos postos. Se mantiver a tendência até o fim do ano, o Brasil terá interrompido uma sequência de três anos de queda, quando foram encerrados mais de 2,88 milhões de empregos formais, entre 2015 e 2017. (MP)



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