Sábado, 16 de fevereiro de 2019 Edição nº 15050 29/08/2018  










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Rodízio e defesa sólida só agrada

RAFAELA CARDOSO
Da Folhapress – São Paulo

O esquema que Luiz Felipe Scolari encontrou para manter o Palmeiras em alto nível nas três competições funcionou. Por ter um elenco grande e qualificado, o comandante faz rodízio na equipe e escala o time de acordo com a importância do jogo.

Contra o Inter foi a vez do time considerado reserva ir a campo, mas isso não quer dizer que Felipão perdeu em qualidade. Pelo contrário, o time permanece obtendo bons resultados, inclusive, em duelos fora de casa.

"Às vezes, usamos a palavra "poupar" jogadores, mas quem tem um grupo como nós temos, pode rodar esses jogadores. A gente examina as condições físicas deles, porque quem tem uma dupla de zaga como Luan e Gustavo [Gómez] não é problema nenhum trocar", falou o treinador gaúcho.

A defesa, setor ao qual Felipão dá atenção dobrada, tem feito a diferença. "Tem uma solidez defensiva, um trabalho de equipe que faz com que nosso sistema defensivo seja um pouco menos acionado do que vinha sendo", completou o técnico.

No treino desta segunda-feira, os titulares contra o Inter ficaram na parte interna, enquanto os demais trabalharam em campo reduzido.

JUSTIÇA

O Palmeiras obteve na Justiça uma decisão que suspende provisoriamente uma cobrança da prefeitura de São Paulo, que quer do clube um pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) no valor de R$ 40.528.478,70. O juízo da 15ª Vara da Fazenda Pública concedeu tutela de urgência em favor do alviverde, que entrou com ação para anular o débito fiscal. Desta forma, a cobrança está suspensa até o julgamento do processo.

O juiz aceitou os argumentos da defesa do Palmeiras, que afirma na ação que o clube, "por ser uma associação civil sem fins lucrativos, que realiza atividades unicamente em prol de sua finalidade social, (...) não é contribuinte do ISS".

Para conseguir a tutela de urgência, o Palmeiras argumentou que a cobrança coloca em risco o funcionamento do clube. "A simples exposição a uma exigência fiscal em valor tão expressivo já é reveladora do risco de dano irreparável (...), na medida em que o prosseguimento de tal cobrança implicará na absoluta inviabilidade de prosseguir com a sua atividade", diz o texto da ação.

Em 2016, último ano da gestão Fernando Haddad (PT), a prefeitura de São Paulo passou a cobrar cerca de R$ 300 milhões de Palmeiras, Corinthians e São Paulo ao identificar o não recolhimento de ISS relativo ao período entre 2010 e 2014, em valor já acrescido de multas e correção monetária.

O Palmeiras não concorda com a cobrança e afirma que as atividades exercidas pelo clube não se enquadram no "conceito legal e constitucional de 'prestação de serviços', núcleo da hipótese de incidência do ISS". Entre as atividades pelas quais a prefeitura quer o pagamento de ISS, estão a cessão de direito de uso de marcas e sinais de propaganda, venda de ingressos, compra e venda de jogadores e realização de shows e festivais, entre outras.



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