Terça feira, 23 de abril de 2019 Edição nº 15050 29/08/2018  










CLÁUDIO CORDEIROAnterior | Índice | Próxima

Estratégia é o ponto forte

A campanha eleitoral já começou. O impulsionamento de candidatos e partidos através das redes sociais, principalmente pelo Facebook também já está liberado para divulgação de propostas. A eleição desse ano será um grande desafio para todos os candidatos, desde aqueles que já buscam reeleição ou estão na disputa eleitoral pela primeira vez.

É previsto que quase 60 milhões de brasileiros já afirmaram que nas eleições gerais desse ano votarão branco ou nulo. É uma porcentagem muito elevada em um país que está muito descrente com a política. O descrédito da política é algo gritante.

Agora reflita se essa ausência na política seria uma solução. Não, não seria. Como as coisas mudarão sem a participação do voto do eleitor? O país está empobrecendo porque as pessoas não estão participando da política. E para tentar mudar essa realidade o bom discurso, propostas relevantes e que façam a diferença na vida da população são uma das alternativas para resgatar de volta a confiança do eleitorado.

A propaganda paga nas redes sociais tem surpreendido pelo custo relativamente baixo e resultado bastante satisfatório conforme a maneira em que está sendo operada. O anunciante determina o valor que deseja investir, o público que quer atingir (discriminando sexo, idade e cidade), o período da ação de publicidade e a meta a se alcançar.

A estratégia deve ser o ponto-chave das campanhas digitais. O ambiente de mídias digitais está mais competitivo. Quem tem a melhor estratégia e recursos para ser investido consegue o melhor desempenho. E nessas eleições, o desempenho é essencial para conquistar aquela vaga após o pleito. Não adianta sair impulsionando posts abertamente para todos os públicos. O impulsionamento é como se você pudesse comprar um horário na televisão. O tempo da campanha diminuiu e a propaganda gratuita na TV e rádio também.

Essa é a vez da eleição na Internet. O trabalho tem que ser constante. A campanha vende uma ideia, vende projeção do que o eleitor quer e espera para o país, para o seu estado e principalmente para a região, cidade que ele mora. Ele já convive com os problemas de serviços públicos e a política cada vez mais defasada.

O eleitor quer ver soluções e o trabalho de casa feito. Um trabalho de marketing eleitoral digital está além de apenas publicar, como já disse, não é isso, é trabalho de coleta de dados, de qualificação, de demonstrar o seu potencial e o candidato pode contribuir com o desenvolvimento do estado e do país.

A proposta de utilizar as redes sociais em uma campanha política é de poder alcançar muito mais pessoas. Não se faz uma campanha de marketing político digital apenas com impulsionamento pago e em 45 dias. O relacionamento nas redes sociais requer confiança, tem que ser construída com tempo e empatia.



* CLÁUDIO CORDEIRO – publicitário, advogado, consultor político ABCOP, membro ALAP, diretor da Fenapro e da Agência Gonçalves Cordeiro Comunicação Multiplataforma

assessoriadeimprensagc@gmail.com



Anterior | Índice | Próxima

Comentários Deixe aqui sua opinião sobre esse assunto




18:24 De alcova
18:24 Percival terá que devolver R$ 170 mil aos cofres públicos
18:22 Vazamento de delações tem motivação política, diz Taques
18:17 Selma e Nilson Leitão brigam por tempo de TV
18:15 Seis candidatos ainda não prestaram contas


18:15 Kaká chega à Itália sem saber função que exercerá
18:14 Grêmio segue firme na Libertadores
18:14 Richarlison é o substituto de Pedro
18:14 Miguel Borja se diz pronto para aumentar seus números
18:13 São Paulo quer manter ponta sem goleadores
Cuiabá
Min: 18°
Max: 36°

TOPO | PRIMEIRA PÁGINA | ÚLTIMAS NOTÍCIAS | POLÍTICA | ECONOMIA | CIDADES | POLÍCIA | ESPORTES
BRASIL | MUNDO | DC ILUSTRADO | CUIABÁ URGENTE | EDITORIAIS | ARTIGOS | AZUL | TEVÊ | E-MAIL
Diário de Cuiabá © 2018